Novos conselheiros, presidente e vice-presidente do Corecon-MG tomam posse em 1ª Sessão Plenária Ordinária de 2024

Na tarde da última quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, o Corecon-MG realizou de maneira híbrida sua 1ª Sessão Plenária Ordinária, ocasião em que foi dada posse aos conselheiros eleitos para o triênio 2024-2026, escolhidos pela categoria durante as últimas eleições virtuais do Sistema Cofecon/Corecons, realizadas em outubro de 2023.

Além disso, foram eleitos pelo plenário, por aclamação, os economistas Valquíria Aparecida Assis e Carolina Rocha Batista como presidente e vice-presidente da autarquia, respectivamente, com mandato no exercício de 2024. A decisão referendou a consulta realizada junto aos profissionais registrados durante as eleições do Sistema Cofecon/Corecons.

Conheça os economistas empossados na ocasião:

Presidente

Valquíria Aparecida Assis

 

 

Economista pelo Centro Universitário Newton Paiva, especialista em Economia do Trabalho e Sindicalismo pelo Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e mestranda em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Alfenas (Unifal). É ex-presidenta do Sindicato dos Economistas de Minas Gerais (Sindecon-MG).

 

 

Vice-presidente

Carolina Rocha Batista

Experiência em Controladoria, Planejamento, Gestão e Finanças, com atuação em elaboração e análise de relatórios gerenciais, desempenho econômico e financeiro, planejamento estratégico, comparação de resultados, análise de custos e orçamento e pesquisa de mercado. Graduada e Mestre em Economia, Excel avançado com certificação M.O.S e Power BI pela FGV. Principais áreas de atuação: indústria, startups, saúde, educação e serviços.

 

Efetivos

Emmanuele Araújo da Silveira

 

Economista pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, mestranda em Administração pela PUC Minas e Pesquisadora de uma economia mais justa, inclusiva e democrática.

 

 

 

 

Alzira Alice

Formada em Ciências Econômicas e Ciências Contábeis pela PUC Minas, Mestre em Administração, Profissional da área de controladoria e finanças com larga experiência em gestão financeira, contábil e fiscal, riscos, tesouraria, planejamento estratégico, orçamento empresarial, sistema de informações gerenciais / BI, negociações financeiras, atendimento às Auditorias Externas, estudos de projetos e de investimentos.

 

 

Beatriz Cavalcante de Oliveira Barros

Doutoranda em Economia no Cedeplar – UFMG, pesquisadora em GEESC – Grupo de Estudos em Economia da Saúde e Criminologia, mestra em Economia Aplicada pelo PPGE- UNIFal/MG
Bacharel em Economia pela UFRRJ. É diretora do Sindecon e da Central Única dos Trabalhadores – CUT MG.

 

 

 

Suplentes

Francisco Horácio Pereira de Oliveira

Bacharel em Ciências Econômicas (1998), Mestre em Economia (2002) e Doutor em Economia (2013) com ênfase em Economia Regional e Urbana pelo Cedeplar/UFMG. Possui experiência docente em ensino superior desde 2000. Tem experiência na área de consultoria e gestão de parques científicos e tecnológicos, além de pesquisador com ênfase em Macroeconomia, Desenvolvimento Econômico e Inovação Tecnológica. Também possui experiência em projetos de estruturação de sistemas estaduais de inovação e projetos para a promoção da cultura de inovação em instituições de ensino superior. Atualmente é professor efetivo e leciona disciplinas nas áreas de Macroeconomia e Desenvolvimento Econômico no curso de Ciências Econômicas da UFOP. Também é professor colaborador, desde 2017/1, do Programa de Doutorado em Inovação Tecnológica e Biofarmacêutica da UFMG.

Gabriel Vaz 

 

Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade de Maringá – UniCesumar, com atuação  em negociação de crédito para pessoa jurídica; com licenciatura em música pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG.   

 

 

 

 

Lourival Batista de Oliveira Júnior

 

Economista pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC SP), mestre em Educação pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e doutor em Administração pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), é professor e ex-diretor da Faculdade de Economia da UFJF e membro do corpo permanente do Programa de Pós-graduação Profis-sional em Gestão e Avaliação da Educação Pública da UFJF.

Anuidades liberadas! Conheça as formas de pagamento.

           

O Corecon-MG enviou, via correios, os carnês para pagamento da anuidade de 2024. O pagamento em cota única até 31 de janeiro garante benefícios exclusivos.

💳 Ao economista é dado também a opção de parcelar o valor em 3 (três) vezes sem juros, seja por boleto ou cartão de crédito. A anuidade é uma obrigação legal, o que reforça a importância de mantê-la em dia. Aproveite, mantenha-se em dia com o Conselho e fortaleça a profissão!

🔍 Para mais informações, entre em contato pelo telefone (31) 9 9391-0396 (atendimento das 11h às 17h em dias úteis) ou envie e-mail para cobranca@corecon-mg.org.br.

Não perca a oportunidade de contribuir para o desenvolvimento e prestígio da Economia. Juntos, somos mais fortes!

Nova edição da revista Economista é acompanhada de caderno de economia solidária

A 50ª edição da Revista Economistas tem por tema “Planejamento, Desenvolvimento e Sustentabilidade”, assuntos discutidos no XXV Congresso Brasileiro de Economia. e conta com um caderno especial de economia solidária está publicada.

Além dos artigos, que abordam temas que vão desde o Novo PAC até o Marco Legal das Garantias, a edição também traz matérias sobre o XXV Congresso Brasileiro de Economia e o seminário Economia, Formação, Mercado de Trabalho, Gênero e Diversidade, que contou com a participação da ministra Esther Dweck. Em entrevista exclusiva, o economista Marcio Pochmann, presidente do IBGE, fala sobre os desafios do Instituto e da importância de suas pesquisas.

Pela segunda vez, a edição de dezembro traz um caderno especial em comemoração ao Dia Nacional da Economia Solidária. São diversos artigo abordando temas relacionados que vão desde o contexto econômico no Brasil, experiências nacionais e internacionais, decolonialidade, casos práticos e até mesmo o ensino da economia solidária no curso de Ciências Econômicas.

Uma matéria especial traz os trabalhos que foram premiados no Prêmio Paul Singer de Boas Práticas Acadêmicas, uma iniciativa do Cofecon e do Instituto Paul Singer que reconhece iniciativas voltadas à incubação e assessoramento de projetos de economia solidária.

Acesse a nova edição da Revista Economista, clique aqui e também o caderno de Economia Solidária, aqui.

 

Corecon-MG divulga desconto para anuidade 2024

A anuidade para o ano de 2024 está disponível e os carnês para pagamento foram enviados para as residências dos profissionais registrados.
Conheça as formas de pagamento e os descontos :
– Desconto de 2% para pagamento integral até 31 de janeiro de 2024
– Parcelamento em 3x sem juros com pagamentos em janeiro, fevereiro e março de 2024.

Manter as anuidades em dia garante o pleno exercício legal da profissão além de favorecer o acesso aos serviços e benefícios oferecidos pelo Corecon-MG e a participação em eventos, cursos e atualizações na área.
Atente-se ao recebimento do carnê em sua residência e aproveite a oportunidade de efetuar o pagamento com desconto ou parcelado sem juros.

Acesse a resolução nº 176 de 27 novembro de 2023, a qual trata da anuidades do exercício de 2024.

Caso ainda não tenha recebido o carnê de pagamento, você pode acessá-lo através deste link: https://cofecon.brctotal.com/coreconmg10/login/LoginBoleto.aspx
solicitar via WhatsApp pelo número (31) 9 9391-0396 ou enviar um e-mail para cobranca@corecon-mg.org.br.

Para mais informações, entre em contato com o setor de cobrança pelo endereço cobranca@corecon-mg.org.br ou pelos telefones (31)3261-5806 e (31) 99391-0396.
Agradecemos a compreensão e colaboração de todos(as) os(as) economistas registrados(as).

Unimontes publicou edital de contratação de economistas

A Universidade Estadual de Montes Claros publicou o edital nº 002/2023 de convocação temporária de professores de educação superior para o curso de Ciências Econômicas.

O processo seletivo será com inscrições e prova de títulos na modalidade online; já a prova didática será presencial, mas caso haja necessidade de alteração, o candidato será notificado por e-mail. O curso de Ciências Econômicas criado em julho de 1972, pela Faculdade de Administração e Finanças do Norte de Minas (Fadec), unidade da antiga Fundação Norte Mineira de Ensino Superior (FUNM), atual Unimontes, completou 50 anos de existência em  novembro. Sua criação teve por propósito qualificar pessoas para atender às indústrias emergentes na região, bem como dotar o setor público de pessoal capacitado ao atendimento dessa nova realidade.

A você economista, que deseja experenciar a cátedra, o edital surge como oportunidade. Saiba mais, clique aqui.

Corecon-MG e BDMG realizam solenidade de entrega do XXXV Prêmio Minas de Economia


O Corecon-MG e o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) realizarão no próximo dia 12 de dezembro, terça-feira, às 18 horas, a solenidade de entrega do XXXV Prêmio Minas de Economia (PME). O evento acontecerá no auditório Marco Tulio na sede do BDMG em Belo Horizonte.

Na ocasião, o renomado economista e Presidente da Fundação João Pinheiro Helger Marra Lopes desenvolverá o painel “As Perspectivas do Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais”. 

 

Premiados

O primeiro lugar da XXXV edição do Prêmio Minas de Economia será entregue a Lucas Hirata Leme, graduando em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), autor da monografia “O Novo Marco Regulatório do Saneamento Básico no Brasil e em Minas Gerais: Potencialidades e Desafios”. Lucas fez jus ao prêmio de Oito mil reais (R$ 8.000,00)

O segundo lugar, por sua vez, será concedido a Leonardo Lucas Xavier de Souza, bacharel em Economia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), que apresentou a monografia “Avanços Tecnológicos e o Efeito Deslocamento de Mídia nos Serviços Tradicionais de Telecomunicação: Uma Investigação para as Regiões Brasileiras”. Leonardo será contemplado com o valor de Cinco mil reais (R$ 5.000,00).
Em terceiro lugar, ficou Bruno Ferreira Rodrigues, graduando pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), cuja monografia versou sobre “Impactos Econômicos do Saneamento Básico em Minas Gerais: Uma Análise Insumo-Produto”. A premiação de Pedro será de Dois mil reais (R$ 2.000,00).

Por fim, os graduandos Lucas Marcelino Rodrigues, pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), e Mateus de Freitas Viana Pereira, pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), receberão menção honrosa. Suas monografias intitulam-se, respectivamente, “Uma Análise Regional Sobre o Mercado de Trabalho no setor Agropecuário das Mesorregiões de Minas Gerais: Ênfase nos Efeitos da Concessão de Crédito Rural de Custeio e Investimento” e “A Dinâmica Espacial da Inovação e Desigualdades Regionais no brasil: Uma Análise para 2010 e 2019”.

Agradecimentos

As instituições promotoras parabenizam os premiados e agradecem aos participantes, os integrantes da Comissão Julgadora e aos apoiadores por tornarem possível mais uma edição bem-sucedida do Prêmio Minas de Economia. Acredita-se que juntos, fortalecem o cenário econômico e impulsionam o desenvolvimento.

O Corecon-MG e o BDMG desejam que esta premiação seja o primeiro passo de jornadas repletas de conquistas e contribuições valiosas para o mundo da economia.

Nesta edição, foram inscritos 31 trabalhos, indicados pelas Universidades Federais de Alfenas (Unifal), Ouro Preto (UFOP), Juiz de Fora (UFJF e UFJF-GV), Minas Gerais (UFMG), São João Del Rei (UFSJ), Uberlândia (UFU), Montes Claros (Unimontes), Viçosa (UFV), e pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

Entre as monografias avaliadas, envolveram temas como os impactos econômicos do saneamento básico, seu marco regulatório e o deslocamento de Mídia, além de questões relacionadas ao mercado de trabalho, os efeitos da concessão de crédito rural, de custeio e investimentos e a dinâmica espacial das atividades de inovação no Brasil.

Participaram da comissão julgadora os professores doutores em Economia, Cândido Luiz de Lima Fernandes (IPEAD/UFMG), Francisco Horácio (UFOP) e André Luiz da Silva Teixeira (Unifal).

Sobre a premiação
O Prêmio Minas de Economia é promovido anualmente pelo Corecon-MG, desde 1988, sempre em conjunto com o BDMG, tendo se consagrado como um dos mais importantes e esperados concursos voltados para graduandos e recém- formados em Ciências Econômicas e áreas correlatas. Seu objetivo é incentivar a produção acadêmica no nível de graduação no estado de Minas Gerais, estimulando os estudantes a dedicarem mais esforço e apuro em suas pesquisas e reconhecer os produtos finais desse empenho, cumprindo um papel educativo e cultural. Para isso, contempla as três melhores monografias dos cursos de graduação em Ciências Econômicas, Relações Econômicas Internacionais e demais cursos recepcionados e aprovados pela legislação do Conselho Federal de Economia (Cofecon), sem qualquer limitação temática, elaboradas em faculdades mineiras.

Emissão Certificado

Será emitido certificado de participação e horas complementares.

IBGE revela melhora no Mercado de Trabalho Brasileiro: taxa de desemprego cai

No mais recente relatório da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dados animadores surgem em relação ao mercado de trabalho brasileiro no terceiro trimestre de 2023.

Desemprego em Queda

A taxa de desocupação, que atingiu 7,6%, apresenta uma queda significativa de -0,3 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (maio a julho de 2023). Esse declínio se reflete não apenas em uma melhoria imediata, mas também representa o índice mais baixo desde fevereiro de 2015. Com uma população desocupada de 8,3 milhões, houve uma redução de 3,1% no trimestre e 8,5% no ano, marcando um marco importante na retomada econômica.

Fonte: IBGE

Recorde na Ocupação e Estabilidade na Informalidade

A população ocupada ultrapassou os 100 milhões de trabalhadores pela primeira vez na série histórica iniciada em 2012, totalizando 100,2 milhões. Esse aumento de 0,9% no trimestre e 0,5% no ano indica uma recuperação sólida e consistente no mercado de trabalho. A taxa de informalidade permaneceu estável em 39,1%, indicando uma relativa constância nas formas de trabalho informal.

Redução na Subutilização e Desalentados

Um indicador essencial, a taxa composta de subutilização, recuou para 17,5%, mostrando uma melhoria nas condições de trabalho e uma queda de 2,0 pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre de 2022. A população subutilizada, representando 20,0 milhões de pessoas, permaneceu estável no trimestre e registrou uma queda notável de 11,6% no ano.

O número de desalentados, que representa aqueles que desistiram de procurar emprego, caiu 6,0% em relação ao trimestre anterior e 17,7% no ano. Com 3,4 milhões de pessoas, esse é o menor contingente desde agosto de 2016.

Setores em Crescimento e Rendimento em Alta

Diversos setores apresentaram crescimento, destacando-se Transporte, armazenagem e correio (3,2%), Alojamento e alimentação (7,0%), e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,5%). O rendimento médio real habitual alcançou R$ 2.999, com um crescimento de 1,7% no trimestre e 3,9% no ano, refletindo melhorias nos ganhos dos trabalhadores.

Perspectivas Positivas e Desafios a Superar

Os dados da PNAD indicam uma trajetória positiva no mercado de trabalho brasileiro, com a redução do desemprego, aumento na ocupação e estabilidade na informalidade. No entanto, é essencial abordar desafios persistentes, como a informalidade ainda presente, para garantir uma recuperação econômica robusta e sustentável.

A divulgação do IBGE reforça a importância de políticas públicas eficazes e iniciativas do setor privado para manter essa tendência de melhoria e promover um ambiente de trabalho mais estável e próspero para todos os brasileiros.

Minas Gerais recebe duas premiações no XXIX Prêmio Brasil de Economia

Economistas, Gracielle de Fátima Sousa e Davi Constantino, foram os ganhadores do XXIX Prêmio Brasil de Economia nas categorias Artigo Temático e Monografia de Graduação.

O XXIX Prêmio Brasil de Economia tem por objetivo incentivar a investigação econômica em geral e estimular economistas e estudantes a desenvolverem pesquisas voltadas para o conhecimento da realidade brasileira.

Artigo Premiado

O Artigo Temático “O regime de metas de inflação e a autonomia do Banco Central” conferiu à economista Graciele de Fátima Sousa o prêmio de melhor Artigo Temático pela Comissão Avaliadora eleita pelo Conselho Federal de Economia além do valor de R$ 3 mil reais.

O trabalho por Graciele realizado apresentou uma revisão da literatura teórica e empírica sobre as metas de inflação, e buscou-se explicar as características desse regime monetário no Brasil, a estrutura, finalidade e autonomia do BCB.

Graduada, e Mestre em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), e Doutora em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Gracielle de Fátima Sousa, é, atualmente, pesquisadora-economista do Centro de Estudos, Pesquisas e Projeto Econômico-Sociais (CEPES) da UFU; nas áreas: de Organização Industrial e Estudos Industriais, com ênfase em pequenas e médias empresas, internacionalização e políticas industriais; de Economia Regional: reestruturação produtiva, desenvolvimento regional, Ciência e Tecnologia (C&T); em temas relacionados ao Índice de Preços ao Consumidor (nacional e de Uberlândia).

Leia o artigo na íntegra, clique aqui.

Monografia Premiada

“Os Efeitos da Secretaria da Economia Criativa: uma análise para as mesorregiões brasileiras” foi reconhecida como a melhor monografia de graduação pela Comissão Avaliadora eleita pelo Cofecon. Davi Constantino, graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Juiz de Fora e autor da monografia, atualmente, atua em uma empresa de engenharia de telecomunicações com atividade em quase todo o Brasil. 

Entende que sua formação em economia lhe permite elaborar análises estatísticas, previsões e trazer noções de impactos macroeconômicos às operações da regional de Campinas, onde trabalha. 

Davi comenta que não pretende seguir na carreira acadêmica, e que, atualmente, está fazendo pós-graduação em finanças, mas não descarta a possibilidade de, num futuro próximo, voltar à universidade em um programa de Mestrado. “A parte mais desafiadora dentro da graduação foi a Monografia. Foi difícil escolher um tema que me importasse e me interessasse profundamente”, afirmou.

Veja a íntegra da monografia, acesse aqui.

Corecon-MG e BDMG anunciam os vencedores do XXXV Prêmio Minas de Economia

Foram anunciados os vencedores do Prêmio Minas de Economia – PME, 2023 nesta terça-feira, 21/11. A premiação é uma iniciativa promovida pela parceria do Corecon com o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais – BDMG.

O PME destaca e reconhece os três melhores trabalhos de conclusão dos cursos de graduação em Ciências Econômicas, Relações Econômicas Internacionais e demais cursos, desde que estejam em conformidade com a legislação do Conselho Federal de Economia (Cofecon).

Agradecimentos 
As instituições promotoras parabenizam os premiados e agradecem aos participantes, os integrantes da Comissão Julgadora e aos apoiadores por tornarem possível mais uma edição bem-sucedida do Prêmio Minas de Economia. Acredita-se que juntos, fortalecem o cenário econômico e impulsionam o desenvolvimento.

O Corecon-MG e o BDMG desejam que esta premiação seja o primeiro passo de jornadas repletas de conquistas e contribuições valiosas para o mundo da economia.

Nesta edição, foram inscritos 31 trabalhos, indicados pelas Universidades Federais de Alfenas (Unifal), Ouro Preto (UFOP), Juiz de Fora (UFJF e UFJF-GV), Minas Gerais (UFMG), São João Del Rei (UFSJ), Uberlândia (UFU), Montes Claros (Unimontes), Viçosa (UFV), e pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

Entre as monografias avaliadas, envolveram temas como os impactos econômicos do saneamento básico, seu marco regulatório e o deslocamento de Mídia além de questões relacionadas ao mercado de trabalho, os efeitos da concessão de crédito rural, de custeio e investimentos e a dinâmica espacial das atividades de inovação no Brasil.

Participaram da comissão julgadora os professores doutores em Economia, Cândido Luiz de Lima Fernandes (IPEAD/UFMG), Francisco Horácio (UFOP) e André Luiz da Silva Teixeira (Unifal).

Os contemplados fazem jus a prêmios de R$ 8.000,00 (1º lugar), R$ 5.000,00 (2º lugar) e R$ 2.000,00 (3º lugar) e menção honrosa (4º e 5º lugar). Conheça abaixo os vencedores e saiba mais sobre das monografias:

Vencedores
1° Lugar:  Lucas Hirata Leme, Pontifícia Universidade Católica – PUC Minas, com a monografia “O Novo Marco Regulatório do Saneamento Básico no Brasil e em Minas Gerais: Potencialidades e Desafios”.
2° Lugar: Leonardo Lucas Xavier de Souza, Universidade Federal de Viçosa – UFV, com a monografia “Avanços Tecnológicos e o Efeito Deslocamento de Mídia nos Serviços Tradicionais de Telecomunicação: Uma Investigação para as Regiões Brasileiras”.
3° Lugar: Bruno Ferreira Rodrigues, Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, com o trabalho de conclusão “Impactos Econômicos do Saneamento Básico em Minas Gerais: Uma Análise Insumo-Produto”

Menções Honrosas 
1° Lugar: Lucas Marcelino Rodrigues – Universidade Estadual de Montes Claros – Unimontes, com a monografia “Uma Análise Regional Sobre o Mercado de Trabalho no setor Agropecuário das Mesorregiões de Minas Gerais: Ênfase nos Efeitos da Concessão de Crédito Rural de Custeio e Investimento”.
2° Lugar: Mateus de Freitas Viana Pereira, Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, com o trabalho “A Dinâmica Espacial da Inovação e Desigualdades Regionais no brasil: Uma Análise para 2010 e 2019”.

Observatório das Desigualdades: Minas Gerais pode ampliar seus investimentos sociais fazendo justiça tributária? Uma exploração de alternativas viáveis.

Minas Gerais é um estado que, comparado a outros estados e a municípios, contribui muito pouco para o enfrentamento à pobreza. A Nota Técnica 5 do Observatório das Desigualdades mostra que o estado de Minas Gerais teria condições de realizar uma contribuição bem mais significativa no campo da Assistência Social. Uma intervenção do estado, bem desenhada e combinada aos esforços federais, poderia contribuir para retirar dezenas de milhares de pessoas da condição de extrema pobreza.

Leia a Nota Técnica clicando aqui.

Por um debate informado

Uma parceria entre a Fundação João Pinheiro (FJP) e o Conselho Regional de Economia
de Minas Gerais (Corecon-MG), o Observatório das Desigualdades, criado em agosto de 2018, é um projeto de extensão do curso de Administração Pública da FJP que busca contribuir com o debate informado sobre as diferentes faces da desigualdade social, os mecanismos que as produzem e
reproduzem e as formas de enfrenta-la, difundindo e tornando mais acessível o conhecimento e as informações sobre o tema.