Wallace Pereira, conselheiro do Corecon-MG, é o convidado do Opinião Minas

O Opinião Minas recebe nesta segunda-feira, 31, o conselheiro do Corecon-MG, mestre em Economia da Indústria e Desenvolvimento Econômico pelo pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, doutor em Economia Aplicada pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais – CEDEPLAR / UFMG, Wallace Pereira.

Juros: remédio ou veneno para a economia? é o tema central do debate.

Wallace conta com atuação na Comissão Econômica para América Latina e Caribe – CEPAL/ONU e pelo Centre of Latina American Studies – CLAS da University of Cambridge – UK. Possui ampla atuação na área de Economia com ênfase em Macroeconomia, Desenvolvimento, Crescimento Econômico e Economia Regional. Transita nos seguintes temas: Mudança Estrutural (Industria e Serviços), Política Econômica, Planejamento Regional, Economia Brasileira e Latino Americana.

 

 

 

Políticas de estabilização é tema de seminário do Cofecon

Quais são as políticas mais adequadas para controlar a inflação sem perder o nível de emprego e mantendo um funcionamento satisfatório da intermediação financeira?

Para discutir o assunto, o Cofecon promove no dia 27 de julho, das 14 às 18 horas, o seminário “Políticas de Estabilização”.

O evento acontecerá de forma híbrida. Os que desejarem certificado deverão se inscrever prévia e gratuitamente, e assistir o evento presencialmente, na sede do Cofecon, ou remotamente, por meio da plataforma Even3 e também pelo nosso canal no YouTube.

Inscreva-se, clique aqui.

Realidade econômica é pauta em Encontro de economistas da região sudeste

O 9º Encontro de Economia do Sudeste e do Espírito Santo a ser realizado nos dias 4 e 5 de outubro tem por objetivo reunir economistas e profissionais de áreas afins interessados na realidade econômica brasileira e espíritosantense. Entende-se que a conjugação de pesquisadores, especialmente jovens profissionais, agregue conhecimentos sobre a evolução e as perspectivas da economia do Brasil, dos estados do sudeste e Espírito Santo.

 

“Política públicas e privadas para o desenvolvimento do Brasil” e “Economia e Sustentabilidade” são os temas que irão circundar os debates. O evento já conta com participações de renome, como o doutor em economia e professor, Antonio José Alves Junior, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, o economista, Odilon Guedes, da Fundação Armando Alvares Penteado, a Doutora em Economia Aplicada pela Universidad de Valencia, professora de ciências econômicas da PUC-Minas e conselheira do Corecon-MG, Tania Teixeira e o também conselheiro do Corecon-MG, economista, doutor em economia pelo CEDEPLAR/UFMG, Weslley Cantelmo.

 

 

Estão abertas as submissão de trabalhos/artigos até 31 de julho, acesse a página do evento, conheça as áreas de submissão e inscreva seu trabalho.

 

Minas Gerais leva o maior número de duplas para a XII Gincana Nacional de Economia

Minas Gerais reuniu 51 duplas de estudantes de economia para participação na XII Gincana Nacional de Economia (GNE), promovida pelo Sistema Cofecon/Corecons. Esse número demonstra a paixão e dedicação dos estudantes mineiros pela área econômica. 🌟📚

A etapa regional da competição será realizada em duas fases emocionantes. Na primeira fase, os participantes enfrentarão um jogo de cartas desafiador, respondendo a perguntas de múltipla escolha sobre macroeconomia, microeconomia, conjuntura e economia brasileira. Preparem-se para testar seus conhecimentos e habilidades nessa disputa empolgante! ♠️📊

Os nove melhores desempenhos da fase anterior avançarão para a segunda fase, que consiste no envio de vídeos contendo uma breve análise sobre o tema “Formação da taxa de juros”. Essa etapa permitirá que as duplas aprofundem seus conhecimentos e mostrem sua capacidade analítica. 💡🎥

Desejamos a todas as duplas de Minas Gerais boa sorte nesta competição inesquecível! Que suas habilidades e dedicação os guiem para o sucesso. Aproveitem essa oportunidade de aprendizado, crescimento profissional e conexão com outros estudantes e profissionais de economia. Vocês são a representação do futuro brilhante da área econômica em nosso estado! 💪🌟

Fique por dentro das atualizações, acompanhe nossas redes sociais. Vivencie essa jornada emocionante conosco!

 

Revista Economistas apresenta artigos que refletem o momento de mudanças na esfera fiscal

Cofecon lança a quadragésima oitava edição da Revista Economistas. A nova edição traz entre outros assuntos: “Regime Fiscal Sustentável – Proposta apresentada pelo governo é o suficiente para trazer o crescimento necessário após uma década de estagnação?” assinado por  Roberto Piscitelli; “Política fiscal e desenvolvimento”, de Maria de Lourdes R. Mollo; “Dreno financeiro”, de Ladislau Dawbor; “O papel do Estado e do BNDES para o desenvolvimento” com Antônio Côrrea de Lacerda; “Contextualizando o novo arcabouço Fiscal”, por Fernando Aquino.

O Cofecon convidou economistas e representantes do Ministério da Fazenda a fazerem parte de um debate sobre o novo arcabouço em substituição a política de teto de gastos, e que aconteceu em 25 de abril deste ano. A instituição desde o início das discussões se posicionou contrária ao teto dos gastos por desde já perceber as perdas em investimentos.

Os artigos publicados trazem informações e análises relevantes sobre o que foi proposto e se atende ou não ao que o  Brasil precisa para superar os dez anos de estagnação econômica.

Leia a íntegra da Revista, clique aqui.

Gincana busca estimular a integração entre instituições de ensino de Ciências Econômicas e seus alunos

O Conselho Federal de Economia (Cofecon) recebe, até o dia 10 de julho de 2023, inscrições à XII Gincana Nacional de Economia. A competição destina-se a estudantes de graduação em Ciências Econômicas, estudantes de graduação em grau de bacharelado em cursos conexos ao de Economia devidamente aprovados pelo Cofecon de todo o país, devendo se cadastrar gratuitamente pelo site www.cofecon.org.br/gincana, onde também está disponível o regulamento da competição.

A Gincana Nacional de Economia é dividida em etapa regional e etapa nacional. Na etapa regional, as duplas competem apenas com as adversárias do mesmo estado, por meio de atividade virtual, no formato “corrida contra o tempo”, devendo a dupla participante responder ao maior número de perguntas no espaço de tempo estabelecido, de maneira simultânea em todos os estados do Brasil, no dia 6 de agosto, de 9 às 10 horas.

A etapa nacional acontecerá em formato presencial, no Congresso Brasileiro de Economia, em São Luís, no Maranhão, nos dias 06 e 07 de novembro, com a participação das duplas de estudantes vencedores da etapa regional, os quais representarão a respectiva unidade da Federação de seu domicílio. As nove duplas que conseguirem a maior pontuação na primeira fase se classificaram para a segunda fase, que consiste na gravação de vídeo sobre a “Formação da taxa de juros”.

As quatro duplas melhores colocadas ganham prêmios em dinheiro, sendo: R$ 4 mil para o 1º lugar, R$ 3 mil para o 2º lugar, R$ 2 mil para o 3º lugar e R$ 1 mil para o 4º lugar. Neste formato, a competição oferece aos graduandos em Ciências Econômicas a oportunidade de testarem seus conhecimentos por meio de simulações divertidas e inteligentes, além de aplicarem na prática alguns dos conceitos da economia. Além disso, é uma oportunidade para aproximar graduandos e instituições de ensino do Sistema Cofecon/Corecons, uma integração que ajuda a ampliar o alcance das ações do Sistema entre o seu público-alvo: os economistas.

Congresso Brasileiro de Economia (CBE) será realizado em novembro

O Conselho Federal de Economia (Cofecon) promoverá entre os dias 07 e 10 de novembro de 2023, a 25ª edição do Congresso Brasileiro de Economia (CBE), tradicional evento realizado pelo Sistema Cofecon/Corecons desde 1968. Com o tema “Um novo futuro: Planejamento, Desenvolvimento e Sustentabilidade”, o evento debaterá temas relevantes para o desenvolvimento nacional, considerando também as questões políticas do pós-eleições de 2022 e as desigualdades regionais, cujo enfrentamento demanda um planejamento de ações que possam efetivamente trazer um desenvolvimento sustentável para todo o País.

O CBE acontece a cada dois anos, sendo cada edição em uma cidade-sede diferente. Em 2023, pela primeira vez, o evento será realizado no Maranhão, em um momento ímpar para a história do estado, no qual reafirma seu protagonismo na agenda nacional e internacional com destaque para as suas belezas naturais, patrimônio histórico-cultural e as fortes lideranças políticas.

A programação do XXV Congresso Brasileiro de Economia com palestras, mesas redondas, workshops, encontros temáticos, apresentação de trabalhos científicos, cerimônias de premiações e homenagens. O formato do congresso será híbrido, com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube do Cofecon, garantindo assim uma ampla participação dos interessados.

Serão mais de 40 palestrantes e horas de palestras, mesas redondas, workshops, encontros temáticos, apresentação de trabalhos científicos, premiação e homenagens divididas ao longo de três dias. A Palestra Magna – “Um novo futuro: planejamento, desenvolvimento e sustentabilidade” dará início ao evento. 

Palestras especiais com o Ministro da Justiça e da Segurança Nacional, Flávio dino, o professor Associado da UERJ, dos programas de pós-graduação em Ciências Econômicas e Relações Internacional, Elias Khalil Jabbour e o economista Paulo Nogueira Batista Jr, diretor-executivo no Fundo Monetário Internacional e vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento. 

Na pauta dos debates estarão Planejamento, Desenvolvimento, Sustentabilidade, Fórum da Mulher Economista e Diversidade, Fórum Perícia, Mediação e Arbitragem como tópicos a serem expostas por economistas e outros renomados especialistas no cenário nacional e internacional. A programação completa do Congresso poderá ser consultada pelo http://cbe.cofecon.org/ . As inscrições em breve serão abertas.

 

Prêmio Paul Singer de Boas Práticas Acadêmicas está com inscrição aberta

A segunda edição do Prêmio Paul Singer de Boas Práticas Acadêmicas já começou!
Iniciativa do Cofecon e do Instituto Paul Singer, criada para incentivar atividades de economia solidária no formato de projetos de extensão, preferencialmente em incubadoras universitárias, está com inscrições abertas até 31 de agosto.

Serão distribuídos R$ 10 mil em prêmios aos vencedores como forma de reconhecimento e de incentivo à continuidade de projetos e pesquisas relacionados à Economia Solidária.

A premiação divide-se em duas categorias: “Incubação de projetos” e “Assessoramento de projetos”.

A categoria “Incubação de projetos”, reconhecerá as iniciativas inéditas de economia solidária, planejadas, organizadas e empreendidas pelos autores inscritos. O prêmio para o primeiro colocado,  é de R$ 4 mil, com menções honrosas para o segundo e terceiro colocados.

Na categoria “Assessoramento de projetos”, contemplará o apoio dos autores a projetos já existentes de economia solidária. O prêmio para o primeiro colocado  é de R$ 6 mil, cabendo também menções honrosas ao segundo e terceiro lugar.

Podem ser inscritos trabalhos com até seis participantes, sendo que a metade ou mais devem ser estudantes de Economia, e até dois profissionais coordenadores, sendo pelo menos um deles economista registrado no respectivo Conselho Regional de Economia. As inscrições poderão ser feitas de forma eletrônica, por meio do site da premiação.

Saiba quem é Paul Singer

Nascido na Áustria, Singer chegou ao Brasil em 1940, aos oito anos, devido à perseguição aos judeus depois que a Áustria foi anexada à Alemanha nazista. Graduou-se em Economia pela Universidade de São Paulo, em 1959. Doutorou-se em Sociologia, tornou-se livre docente em Demografia e professor titular em Economia pela mesma universidade. Singer foi um dos fundadores do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), em 1969, onde atuou até 1988. Também foi professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde permaneceu por quatro anos e chefiou o Departamento de Economia.

Porto Alegre (RS) – O economista Paul Singer participa do Fórum Social Temático 2014 (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Exerceu o cargo de Secretário do Planejamento do Município de São Paulo (1989-1992). Em 1996, Singer liderou a criação da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares na USP e em 2003, assumiu a Secretaria Nacional de Economia Solidária – SENAES no Ministério do Trabalho e Emprego, cargo em que permaneceu até 2016. Em 2011 apresentou suas ideias a respeito dos bancos comunitários – que ele considerava instrumentos importantes para a erradicação da miséria.

É autor de extensa obra, com temas diversos como desenvolvimento, economia política, dinâmica populacional, urbanismo, trabalho, socialismo, inflação e economia solidária – tema ao qual se dedicou intensamente durante as últimas décadas de sua vida. Faleceu em 16 de abril de 2018, aos 86 anos.

Instituto Paul Singer

Formalizado recentemente, o Instituto Paul Singer tem três áreas de atuação: acervo, formação e pesquisa. Na área de acervo, o Instituto divulga os livros do economista – grande parte deles estavam fora de catálogo e serão reeditados. Na parte de formação, vários cursos serão oferecidos e em 2022 serão comemorados os 90 anos de Singer.

“O Instituto tem conselheiros e articuladores que são da economia solidária”, explica Marcelo Gomes Justo, diretor executivo do Instituto. “Singer se dedicou intensamente a ela durante mais de 20 anos. Acreditamos que os fóruns e incubadoras universitárias de cooperativas e todos os movimentos de economia solidária já fazem o principal trabalho nesta área”.

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Prêmio Brasil de Economia (PBE) abriu inscrições

Estão abertas as inscrições até 31 de agosto para o Prêmio Brasil de Economia (PBE), principal premiação direcionada aos profissionais registrados e estudantes das Ciências Econômicas de 2023. São quatro, as categorias: Livro de Economia, Artigo Técnico/Científico, Monografia de Graduação e Artigo Temático com o tema “O regime de metas de inflação e a autonomia do Banco Central”. A premiação total será de R$18 mil.

O PBE tem por objetivo incentivar a investigação econômica em geral e estimular economistas e estudantes de economia a desenvolverem pesquisas voltadas para o conhecimento da realidade brasileira. O prêmio oferece R$8 mil para o primeiro colocado na categoria Livro de Economia, R$4 mil para o primeiro colocado na categoria Artigo Técnico/Científico e R$3 mil para o primeiro colocado nas categorias Artigo Temático e Monografia de Graduação.

Conheça as categorias

Livro de Economia: Os interessados em concorrer na categoria que pagará R$8 mil ao primeiro colocado, devem encaminhar versão digital ou física do livro publicado entre janeiro de 2022 e 31 de agosto de 2023.

Artigo Técnico/Artigo Científico: A categoria oferece o prêmio de R$4 mil ao primeiro colocado. Os artigos devem ter sido publicados entre janeiro de 2022 e 31 de agosto de 2023. Serão aceitos trabalhos com no máximo 30 páginas, incluindo título, resumo, introdução, desenvolvimento, conclusões e referências bibliográfica.

Artigo Temático: Os artigos temáticos são normalmente produzidos com exclusividade para participação no PBE. O tema em 2023 é “O regime de metas de inflação e a autonomia do Branco Central” e o primeiro colocado recebe R$ 3 mil de premiação.

Monografias: Na categoria para estudantes de Economia, a inscrição é feita a partir dos Corecons de cada Estado, a partir da realização de concursos regionais. Cada Conselho Regional inscreve um trabalho classificado em primeiro lugar no último concurso realizado. O prêmio para monografia é de R$ 3mil.

A entrega dos prêmios em cada categoria acontecerá durante o Congresso Brasileiro de Economia em São Luís – MA.. Serão oferecidas menções honrosas para 2º e 3º lugares nas quatro categorias. 

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A caminho, o 3° Seminário dos Estudantes de Economia de Minas Gerais (SEEMG)

O 3° Seminário dos Estudantes de Economia de Minas Gerais – SEEMG, será realizado nos dias 28, 29 e 30 de abril no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais – CREA. Pretende-se um evento que reúna os estudantes de economia de todo o estado para a promoção de discussões acerca dos problemas atuais da sociedade. Neste ano, tem por tema central “Brasil: O País do Futuro?”.
Na programação, palestras, rodas de conversa, momentos integrativos e especialistas conceituados. Aos futuros profissionais da economia será oferecido novas percepções de organização da comunidade que sejam sustentáveis, visem a igualdade, o progresso social e humano. Serão 30 horas complementares para os estudantes.
Mesa de Abertura – 17h00
 
A Conselheira Federal, Teresinha de Jesus Ferreira da Silva; Valquiria Assis – Presidenta Corecon-MG; Luan Reis – Presidente Corecon Acadêmico MG; Breno Leandro – Presidente Sidecon-MG; Thiago da Costa – Assessor na Prefeitura de Juiz de Fora; e André Martins – Auditor da UFJF.
Primeira Palestra
Inflação e Composição do IPCA – 17h30
 
Uma preocupação de todos, a inflação é o aumento geral e contínuo dos preços de bens e serviços em uma economia. Ao passo que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é um indicador que mede a variação dos preços de uma cesta de produtos e serviços consumidos pelas famílias brasileiras. Logo, visando analisar os impactos do IPCA e o aumento generalizado de preços vivenciados nos dias atuais, o professor convidado irá abordar o caso brasileiro. 
Palestrante: Marlon Bruno Salazar – Economista (UFV), mestre (UFV) e doutor em Economia Aplicada (USP). Professor da UFSJ, atuação extensa no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como analista de índice de preços e especialista em inflação e finanças.
Palestra Magna
O Novo-desenvolvimentismo: alternativa para um Projeto Nacional de Desenvolvimento com Equidade Social 19h
O economista, mestre e doutor em Economia Industrial e da Tecnologia (UFRJ). Professor da UNB, pesquisador do nível IB do CNPq e especialista em dinâmica macroeconômica José Luis da Costa Oreiro, virá com reflexõe sobre a “conjuntura macroeconômica brasileira atual é marcada por desafios e choques. Após a crise econômica e política que afetou o país nos últimos três anos, o Brasil enfrenta um cenário de recuperação lenta e desigual. Contudo, existem oportunidades para a retomada do crescimento e da estabilidade fiscal, sob o olhar do ministrante será evidenciado como superar as dificuldades”.
Seguirá para o segundo dia de programação.
Roda de Conversa:
Orçamento Público e Política Fiscal – 10h
Lembremos que o orçamento público e os instrumentos de política fiscal são importantes na gestão das finanças públicas e podem influenciar diretamente a economia de um país. O orçamento público é o documento que detalha as receitas e despesas do governo em um determinado período de tempo, geralmente um ano.
Já a política fiscal, por sua vez, é o conjunto de medidas adotadas pelo governo para arrecadar receitas e gerenciar as despesas públicas. Assim, são duas vertentes que caminham juntas e, para melhor compreensão do cenário atual, os convidados irão debater em conjunto essa questão.
Com as palestrantes: Leila Maria Bedeschi Costa – economista (UFMG), mestre (UNICAMP) e doutora (UFRGS) e analista de desenvolvimento do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), e Débora Freire – Subsecretária de Política Fiscal do Minist´wrio da Fazenda, professora do Departamento de Ciências Econômicas da UFMG, doutora em Economia pelo CEDEPLAR/UFMG (2012-2016), com estágio sanduíche na Universidade de Illinois em Urbana-Champaign (UIUC). Possui graduação em Ciências Econômicas pela UFSJ (2009) e mestrado em Economia Aplicada pela UFV (2009-2011).
Terceira Palestra:
Desafios e oportunidades: Transição para uma economia de baixo carbono – 14h
Para palestrar: Marco Aurélio Crocco – Economista (UFMG), mestre em Economia Industrial e da Tecnologia (UFRJ), doutor em Economia pela Universidade de Londres e PhD pelas Universidades de Cambridge e Paris-Dauphine. Professor UFMG e CEO do Parque Tecnológico de Belo Horozonte – BH-TECUniversity of London BH-TEC.
Descrição: A transição para uma economia de baixo carbono é um desafio complexo, que envolve uma mudança significativa no modelo de desenvolvimento econômico e social atual. O Brasil apresenta vantagem competitiva quando analisada suas emissões de gás de efeito estufa bem como sua cadeia produtiva particular, assim o especialista convidado irá analisar a inserção do país na transição evidenciada.
Quarta Palestra:
Cooperativismo Financeiro e o Futuro do Brasil – 16h
Palestrante: Rodrigo Máximo é administrador, contabilista e especialista em gestão de cooperativas. Em seus mais de 25 anos atuando no setor bancário e cooperativista de crédito, Rodrigo passou por diversos cargos, atualmente ocupando a posição de gerente geral de negócios na cooperativa de crédito Sicoob Coopjus.
O Cooperativismo financeiro pode ser compreendido como a associação de pessoas que buscam um objetivo em comum. Assim, visando analisar o futuro do país, o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (SICOOB) irá apresentar como esses interesses podem auxiliar no desenvolvimento social e econômico do país.
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