Conheça o horário de funcionamento do Corecon-MG no período de carnaval

O Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) informa que, em razão do período de Carnaval, haverá alteração em nosso horário de funcionamento.

📅 Sexta-feira (13): atendimento excepcional das 9h às 13h.
📅 Retorno das atividades: o atendimento normal será retomado na quinta-feira (19), em horário regular.

Recomendamos que eventuais demandas sejam programadas considerando esse período.

Contamos com a compreensão de todos e desejamos um Carnaval com tranquilidade e segurança.

Corecon-MG divulga solenidade de recondução de Tania Teixeira à Presidência do Cofecon

O Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG participou da solenidade de posse da recondução da economista Tania Teixeira à Presidência do Conselho Federal de Economia (Cofecon), momento de grande relevância para o Sistema Cofecon/Corecons e para a profissão de economista no Brasil. A cerimônia reafirma a confiança em uma gestão comprometida com o fortalecimento institucional, a valorização profissional e a defesa de uma Economia plural, técnica e socialmente responsável.

A solenidade também foi marcada pela entrega das premiações a personalidades da Economia, reconhecendo trajetórias, iniciativas e contribuições que se destacaram pelo compromisso com o desenvolvimento econômico, a produção de conhecimento e a atuação ética e qualificada em diferentes áreas da Economia. Trata-se de um momento de celebração e reconhecimento, que evidencia o papel estratégico dos economistas na formulação de políticas, no debate público e na construção de soluções para os desafios do país.

Ao integrar essa cerimônia, o Corecon-MG reafirma seu alinhamento institucional com o Cofecon e seu compromisso permanente com o fortalecimento do Sistema, a valorização da categoria e a promoção de uma Economia voltada ao desenvolvimento sustentável, inclusivo e socialmente justo.

Tania Teixeira reafirma papel das instituições e dos economistas no desenvolvimento do Brasil 

Reconduzida à presidência do Cofecon, ela destacou o momento econômico vivido pelo País e a importância da profissão no debate público e na construção de políticas baseadas em evidências

Reconduzida ao cargo na última sexta-feira (6), a presidenta do Conselho Federal de Economia, Tania Cristina Teixeira fez uma defesa enfática do papel das instituições públicas, da democracia e da ciência econômica como pilares do desenvolvimento nacional. A fala da presidenta, numa solenidade que reuniu ministros de Estado, dirigentes de instituições estratégicas e autoridades, foi marcada por uma análise abrangente do cenário econômico brasileiro e por um chamado à responsabilidade pública dos economistas.

“A presença de dirigentes de instituições como o BNDES, o Ipea e o IBGE, de ministros de Estado, parlamentares e autoridades do governo local confere a este momento um significado político, institucional e simbólico ainda mais forte, não apenas para o Sistema Cofecon/Corecons, mas para toda a economia brasileira e também para o futuro do Brasil”, afirmou Tania Teixeira. “Não há desenvolvimento possível sem instituições fortes, sem diálogo democrático qualificado e sem políticas públicas fundamentadas em evidências e em compromisso com o interesse coletivo. A economia não é neutra, e as escolhas econômicas têm consequências sociais, regionais e geracionais”, declarou.

Durante o discurso, a presidenta apresentou indicadores recentes da economia brasileira como evidência de um novo ciclo de crescimento. Segundo ela, o desempenho de 2024 demonstrou a retomada do papel do Estado como agente de coordenação do desenvolvimento. Ao tratar do mercado de trabalho, Tania destacou os resultados históricos alcançados em 2025. “O Brasil registrou a menor taxa média de desemprego da série histórica, de 5,6%, com mais de 103 milhões de brasileiros e brasileiras ocupados, representando crescimento real da renda do trabalho e expansão da massa salarial”, afirmou.

No campo social, a presidenta enfatizou a redução da desigualdade como resultado de políticas articuladas. “Em 2024, o país alcançou o menor nível de desigualdade de renda desde 2012, com o Índice de Gini caindo para 0,50, ao mesmo tempo em que o rendimento domiciliar per capita atingiu o maior patamar da série histórica. Esses dados comprovam que crescimento econômico, geração de emprego e renda e políticas sociais não são dimensões opostas, mas complementares”, pontuou Tania.

Ao abordar os desafios fiscais, a presidenta reconheceu as limitações impostas pela dívida interna e pelos juros elevados, mas alertou para os riscos da compressão de investimentos estruturantes. “Investimentos em educação, saúde, transporte, estrutura urbana e tecnologia não podem ser adiados, porque são determinantes do futuro da nação”, afirmou.

Ela também reafirmou a importância dos economistas na sociedade e o compromisso institucional do Sistema Cofecon/Corecons com a democracia e o desenvolvimento inclusivo. “A sociedade precisa de análise técnica, de responsabilidade pública e compromisso com a verdade dos dados. Nós temos que combater as fake news, inclusive na nossa área de conhecimento, que é a ciência econômica”, disse a presidenta. “O sistema Cofecon/Corecons não pode ser neutro diante dos desafios do país. Tem o dever de atuar como referência pública em defesa da ciência econômica, da democracia e de um projeto de desenvolvimento que coloque as pessoas no centro. Reafirmo o compromisso de conduzir essa gestão com rigor técnico, autonomia institucional, diálogo permanente e profundo senso de responsabilidade pública”, observou Tania. E finalizou citando Guimarães Rosa: “O que a vida quer da gente é coragem”.

Confira AQUI as fotos do evento. Link para o Flickr  

A fala da presidenta pode ser lida na íntegra logo abaixo.

Saúdo a todos os integrantes dessa qualificada mesa de honra, a quem agradeço de forma muito especial pela presença na condição de representantes de instituições estratégicas para a formulação de políticas públicas, defensores do desenvolvimento econômico e do fortalecimento à democracia no Brasil. A presença de dirigentes de instituições como BNDES, o IPEA e o IBGE, de ministros de Estado, parlamentares e autoridades do governo local, confere a este momento um significado político, institucional e simbólico ainda mais forte, não apenas para o sistema Cofecon/Corecons, mas para toda a economia brasileira e também para o futuro do Brasil.

Nosso país é marcado por desafios estruturais profundos, mas também por avanços recentes que não podem ser ignorados. Neste cenário, podemos afirmar que não há desenvolvimento possível sem instituições fortes, sem diálogo democrático qualificado e sem políticas públicas fundamentadas em evidências e em compromisso com o interesse coletivo. A economia não é neutra e as escolhas econômicas têm consequências sociais, regionais e geracionais, razão pela qual o debate econômico não pode ser reduzido a simplificações, nem apropriado para discussões fáceis e casuais.

O Brasil vive um ciclo recente com resultados econômicos concretos, que exigem análise séria e rigorosa. Em 2024, o produto interno bruto cresceu 3,4%, o maior desempenho desde 2021. Este crescimento não ocorreu por acaso. Foi sustentado por um mercado de trabalho mais dinâmico, pela expansão da renda e por políticas públicas que recolocaram o Estado como agente de coordenação do desenvolvimento. Os serviços avançaram 3,7% e a indústria 3,3, com destaque para a indústria de transformação e a construção civil, atividades com elevado efeito multiplicador sobre o emprego, sobre a renda e sobre os investimentos. A agropecuária, por sua vez, enfrentou retração, impactada por eventos climáticos extremos, um dado que não pode ser tratado como meramente conjuntural. Ao contrário, esse desempenho reforça, de forma inequívoca, que a agenda climática, a transição energética e a sustentabilidade ambiental são dimensões estratégicas do desenvolvimento nacional e que não há projeto de país viável em um contexto de emergência climática, sem planejamento, sem investimento, sem ciência e sem políticas de longo prazo.

No mercado de trabalho, os resultados foram ainda mais expressivos. Em 2025, o Brasil registrou a menor taxa média de desemprego da sede histórica de 5,6%, com mais de 103 milhões de brasileiros e brasileiras ocupados, representando um crescimento real da renda do trabalho e expansão da massa salarial. Esses resultados não são acidentais, mas decorrem de uma dinâmica econômica que voltou a colocar o trabalho no centro do desenvolvimento, fortalecendo o consumo, arrecadação e buscando a coesão social.

No ponto de vista social, os avanços são incontestáveis. Em 2024, o país alcançou o menor nível de desigualdade de renda desde 2012, com o Índice de Gini caindo para 0,50, ao mesmo tempo em que o rendimento domiciliar per capita atingiu o maior patamar da série histórica. Estes dados comprovam, com evidências, que crescimento econômico, geração de emprego e renda e políticas sociais bem delineadas não são dimensões opostas, mas complementares.

No setor externo, o Brasil registrou em 2024 um superavit comercial de 74,6 bilhões de dólares, o segundo maior da série histórica, com destaque para o desempenho recorde das exportações da indústria de transformação, indicando ganhos de competitividade e maior diversificação da pauta exportadora. No entanto, a inserção internacional do país não pode ser passiva. Ela deve ser associada a uma estratégia consistente de política industrial, inovação, tecnologia, investimento em ciência e tecnologia e uma visão soberana de desenvolvimento. Esse é um compromisso que nós temos como economistas e como membros do Conselho Federal de Economia e do Sistema Cofecon/Corecons. E afirmamos a importância de uma visão soberana de desenvolvimento e de país.

Ao mesmo tempo, é imperativo enfrentar com seriedade e coragem os desafios postos, por exemplo, como o crescimento da dívida interna. Verifica-se que no encerramento do exercício de 2025, esta dívida correspondeu a 8,6 trilhões, num contexto de taxas de juros elevadas, o que impõe restrições ao investimento, à capacidade do Estado de planejar o futuro e à retomada de um crescimento efetivo e de longo prazo. Reafirmamos também que esse governo atual mantém sua responsabilidade fiscal, seguindo o dever institucional, mesmo com todos os percalços e os grandes desafios. No entanto, achamos ser necessário dizer que investimentos em educação, saúde, transporte, estrutura urbana, tecnologia, não são investimentos que podem ser deixados por futuros, porque eles são determinantes do futuro da nação.

Afirmamos que, neste contexto complexo, marcado por avanços, limites e escolhas estratégicas, o papel dos economistas se torna ainda mais central em um ano eleitoral, caracterizado pela polarização, desinformação e, muitas vezes, soluções aparentemente simples para problemas complexos, a sociedade precisa, sim, de análise técnica, de responsabilidade pública e compromisso com a verdade dos dados e com a verdade de fato. Nós temos que combater as fake news, inclusive na nossa área de conhecimento, que é a ciência econômica. Para isso, os economistas estão aí. Eles têm um conselho de ética e todos nós sabemos da importância de estarmos atentos a essa questão, principalmente no momento em que há disputas políticas, mas a sociedade não pode ser usada e nem os economistas podem ser usados a despeito do interesse comum dessa nação.

Assumo mais uma vez a presidência do Conselho Federal de Economia com plena consciência da responsabilidade institucional que esse cargo impõe. O sistema Cofecon/Corecons não pode ser neutro diante dos desafios do país e tem o dever de atuar como referência pública em defesa da ciência econômica, da democracia, de um projeto de desenvolvimento que tem as pessoas e a sociedade civil no centro, combinando crescimento sustentável, inclusão social, responsabilidade e justiça social e reforço à cidadania. Nós não podemos abrir mão disso, porque a garantia de que os estudantes de economia e os jovens de hoje terão de viver numa sociedade democrática, justa e cidadã, faz parte das decisões que nós tomamos hoje, no presente.

É nesse sentido que reafirmo o compromisso de conduzir essa gestão com rigor técnico, autonomia institucional, diálogo permanente e profundo senso de responsabilidade pública. E gostaria de encerrar esse breve discurso citando o escritor mineiro Guimarães Rosa: “A vida é assim, esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que a vida quer da gente é coragem”. Obrigada, senhores e senhores.

Corecon-MG divulga edição de janeiro do Boletim de Conjuntura Econômica do IPEAD

O Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) divulga a edição de janeiro de 2026 do Boletim de Conjuntura Econômica do IPEAD, publicação que integra as ações previstas no Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a Fundação IPEAD, o Conselho Federal de Economia (Cofecon) e o Corecon-MG.

O boletim reúne análises e dados atualizados sobre os cenários econômico internacional e nacional, com o objetivo de subsidiar o debate econômico e apoiar a atuação profissional dos economistas.

Acordo Mercosul–União Europeia e cenário externo

No cenário internacional, a publicação destaca a assinatura histórica do acordo Mercosul–União Europeia, concluída após 26 anos de negociações. O boletim também analisa a revisão para cima do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no terceiro trimestre, que atingiu 4,4%, impulsionado pelo consumo das famílias.

Na China, o crescimento econômico alcançou a meta governamental de 5% em 2025, apesar da desaceleração observada no último trimestre (4,5%) e da expressiva queda nas exportações para os Estados Unidos. Na Zona do Euro, a inflação encerrou o ano em 1,9%, convergindo para a meta do Banco Central Europeu.

Desempenho da economia brasileira e mineira

No Brasil, o volume de serviços recuou 0,1% em novembro, interrompendo uma sequência de altas. Em Minas Gerais, o setor apresentou comportamento distinto, com crescimento de 1,1% no mesmo período.

O comércio varejista brasileiro avançou 1,0% em novembro, enquanto Minas Gerais registrou alta de 1,3%. No mercado de trabalho, o boletim aponta a menor taxa de desemprego da série histórica, de 5,2%, além do novo recorde da população ocupada, que chegou a 103 milhões de pessoas.

Inflação e custo de vida

Em relação aos preços, o IPCA fechou 2025 com alta acumulada de 4,26%, dentro do teto da meta de inflação. Em Belo Horizonte, a cesta básica apresentou elevação de 1,68% em dezembro, embora tenha acumulado queda de 0,70% ao longo do ano.

Análises setoriais e artigo de opinião

A edição de janeiro traz ainda uma análise detalhada do Acordo Mercosul–União Europeia, na seção de Economia Setorial, além do artigo de opinião “A Economia Brasileira no Governo Lula III e o Paradoxo do Novo Arcabouço Fiscal”, que aprofunda o debate sobre a política econômica recente.

Cooperação institucional

A divulgação do boletim reforça a parceria entre o Corecon-MG, o IPEAD e o Cofecon, voltada à ampliação do acesso a informações qualificadas sobre a conjuntura econômica e ao fortalecimento do debate público em Minas Gerais e no Brasil.

Acesse aqui, a edição de janeiro do Boletim de Conjuntura Econômica do Ipead.

Concurso Público com Vaga para Economista – Paracatu/MG

O Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) informa a abertura de Concurso Público da Prefeitura Municipal de Paracatu – MG, conforme Edital nº 01/2026, que contempla vaga para o cargo de Economista.

O profissional economista atuará no âmbito da Administração Pública Municipal, desenvolvendo estudos e análises econômicas e socioeconômicas, com foco no planejamento, na formulação de políticas públicas e no apoio à tomada de decisões da gestão municipal. Entre as atribuições previstas estão a elaboração de diagnósticos econômicos, emissão de pareceres técnicos, análise de tendências da economia municipal, acompanhamento de convênios e apoio ao desenvolvimento econômico local.

O Corecon-MG reforça a importância da presença do economista nos quadros do serviço público, contribuindo para uma gestão mais eficiente, transparente e orientada ao desenvolvimento sustentável.

Os interessados devem consultar o edital para informações detalhadas sobre requisitos, atribuições, etapas do concurso, prazos e procedimentos para inscrição.

📄 Edital nº 01/2026 – Prefeitura Municipal de Paracatu/MG

Acesse a página do Concurso, clique aqui.

Cofecon e Corecon-DF celebram posse e reafirmam compromisso com a profissão de economista

O Conselho Federal de Economia (Cofecon) e o Conselho Regional de Economia da 11ª Região (Corecon-DF) realizam, no dia 6 de fevereiro de 2026, às 18h30, na Câmara Legislativa do Distrito Federal, em Brasília, a Solenidade de Posse de suas diretorias e conselhos para o triênio 2026–2028. O evento é aberto ao público e marca um importante momento de continuidade institucional e fortalecimento da atuação da profissão de economista no Brasil.

No âmbito federal, a economista Tania Cristina Teixeira é reconduzida à Presidência do Cofecon para o exercício de 2026, ao lado do vice-presidente João Manoel Gonçalves Barbosa. A recondução reafirma uma gestão pautada pelo diálogo com a sociedade, pelo fortalecimento do Sistema Cofecon/Corecons e pela defesa de uma economia comprometida com o bem-estar coletivo e a responsabilidade social.

No plano regional, a economista Luciana Acioly da Silva segue reconduzida à Presidência do Corecon-DF, tendo como vice-presidente Jusçanio Umbelino de Souza, reforçando o compromisso com o fortalecimento da atuação profissional dos economistas no Distrito Federal.

Durante a solenidade, também tomarão posse os novos conselheiros federais e regionais eleitos para o triênio 2026–2028. No Cofecon, assumem como conselheiros federais efetivos Carlos Magno Andrioli Bittencourt, Flávia Vinhaes Santos, Janine da Silva Alves Bello, Júlio Flávio Gameiro Miragaya, Odilon Guedes Pinto Junior e Wellington Leonardo da Silva, além dos suplentes Gustavo Souto de Noronha, Hudson Garcia da Silva, Josélia Souza de Brito, Kleber Antônio da Costa Mourão, Sergio Roberto Rodrigues e Vicente Ferrer Augusto Gonçalves.

No Corecon-DF, tomam posse como conselheiros regionais efetivos Diones Alves Cerqueira, Eloy Corazza, Jusçanio Umbelino de Souza e Luciana Acioly da Silva, e como suplentes Jackson Silvano de Toni, José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho, Jucemar José Imperatori e Maria Cristina de Araújo.

A programação inclui ainda a entrega das premiações anuais do Sistema Cofecon/Corecons, que reconhecem profissionais e instituições pelo impacto positivo gerado à sociedade, pelo fortalecimento da ciência econômica e pela promoção da economia solidária.

Premiações do Sistema Cofecon/Corecons

A solenidade será marcada, ainda, pela entrega das premiações anuais do Sistema Cofecon/Corecons, iniciativa que reconhece profissionais, instituições e projetos que se destacam pela contribuição ao desenvolvimento econômico do país, pelo fortalecimento da ciência econômica e pela promoção da responsabilidade social, da economia solidária e do debate público qualificado.

Em 2026, serão homenageados Aloizio Mercadante, com o título de Personalidade Econômica do Ano; Luciana Mendes Santos Servo, na categoria Mulher Economista do Ano; o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como Destaque Econômico do Ano – Modalidade Desempenho Técnico; a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), como Destaque Econômico do Ano – Modalidade Academia; e o ICL Notícias, como Destaque Econômico do Ano – Modalidade Mídia. Também será concedido o prêmio Mulher Transformadora do Ano a Nelsa Inês Fabian Nespolo, em reconhecimento à sua trajetória e atuação social.

Na ocasião, serão entregues ainda os prêmios da 4ª edição do Prêmio Paul Singer de Boas Práticas Acadêmicas, que valoriza iniciativas acadêmicas comprometidas com a transformação social e o desenvolvimento econômico. Na categoria Assessoramento de Projetos, será homenageada Sibelle Cornélio Diniz, da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (Face/UFMG). Já na categoria Artigo Científico, o reconhecimento será concedido a Isabel Pessoa de Arruda Raposo, da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

Serviço
📍 Solenidade de Posse do Cofecon e do Corecon-DF
📅 6 de fevereiro de 2026
⏰ 18h30
📌 Câmara Legislativa do Distrito Federal – Brasília
🎟️ Evento aberto ao público

Os temas centrais da economia brasileira na nova Revista Economistas

Nova edição aprofunda debates sobre inovação, desenvolvimento econômico e atualização profissional.

O Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) informa que está disponível a edição nº 58 da Revista Economistas, publicação institucional que reúne artigos, entrevistas e reportagens voltadas ao debate sobre inovação, desenvolvimento econômico e atualização profissional.

A nova edição aprofunda reflexões sobre os desafios atuais da economia brasileira, abordando temas estratégicos para a atuação profissional e para a formulação de políticas públicas. Entre os destaques estão as entrevistas exclusivas com os deputados que lideraram a aprovação do Projeto de Lei nº 3.178/2024, trazendo análises sobre seus impactos e desdobramentos.

A revista conta ainda com entrevista com o economista Carlos Gadelha, que analisa o papel estratégico do complexo econômico-industrial da saúde no desenvolvimento nacional, ressaltando sua importância para a inovação, a soberania produtiva e a geração de empregos qualificados.

A atual edição apresenta também a 4ª edição do Caderno Especial de Economia Solidária, espaço dedicado à reflexão sobre experiências, políticas e iniciativas voltadas à promoção do desenvolvimento inclusivo e sustentável.

A Revista Economistas reafirma-se como um importante instrumento de difusão de conhecimento, contribuindo para o fortalecimento do debate econômico e da atuação profissional dos economistas.

👉 Acesse a Revista Economistas nº 58 aqui.
👉 Confira o Caderno Especial de Economia Solidária, acesse aqui.
👉 Leia aqui a matéria em destaque.

O prazo para entrega de declaração de suspeição ao COAF, se encerra em 31 de janeiro

Pessoas físicas e jurídicas registradas no sistema Cofecon/Corecons que trabalham com Economia e Finanças, exercendo atividades listadas no artigo 9º da Lei nº 9.613/1998, têm até o dia 31 de janeiro de 2026 para informar ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) sobre casos de suspeição observados em 2025.

As situações de suspeição estão relacionadas na Resolução Cofecon nº 1.902/2013 e devem ser comunicadas por meio da plataforma Siscoaf, conforme orientações disponíveis no manual de acesso.

Caso a pessoa física ou jurídica, não tenha identificado casos de suspeição no ano anterior, deverá comunicar ao Corecon em que encontra-se registrada, por meio da Comunicação de Não Ocorrência (CNO), também até o próximo dia 31 de janeiro. A CNO pode ser redigida conforme modelo sugerido pelo Cofecon e enviada ao Corecon-MG pelo o e-mail ascom@corecon-mg.org.br.

Tais determinações estão previstas na Lei nº 9.613/1998 e visam combater crimes de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores e prevenir a utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos na Lei.

 

Corecon-MG empossa nova gestão e inicia ciclo histórico em 2026

O Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) realizou, no dia 05 de janeiro de 2026, a cerimônia de posse da nova gestão, que assume o mandato em um ano simbólico para a categoria, marcado pela celebração dos 75 anos da regulamentação da profissão de economista no Brasil.

Sob a diretriz da chapa Minas em Movimento, a nova gestão reafirma o compromisso com a valorização da profissão, o fortalecimento institucional do Conselho e a ampliação do diálogo com a sociedade. O objetivo é consolidar o Corecon-MG como uma entidade moderna, transparente, participativa e protagonista nos debates sobre desenvolvimento econômico, sustentabilidade e inclusão social em Minas Gerais e no país.

Entre as prioridades da gestão estão o fortalecimento da identidade pública do economista, a defesa do exercício profissional, a integração de estudantes e jovens economistas, a ampliação de parcerias estratégicas e o investimento contínuo em formação e qualificação profissional.

Nova Gestão – Mini currículos

Presidência

 

Carolina Rocha Batista

Graduada em Ciências Econômicas pela PUC Minas, com mestrado em Economia pela Unifal-MG e MBA em Finanças e Controladoria pela USP/Esalq. Possui experiência acadêmica e profissional nas áreas de História Econômica, Desenvolvimento Econômico, FP&A e Controladoria, com atuação em setores como startups, alimentação, construção civil, associações e comunicação. Atuava como vice-presidenta do Corecon-MG antes de assumir a presidência.

 

 

 

Vice-Presidência

 

Francisco Horacio P. de Oliveira

Bacharel, mestre e doutor em Economia pelo Cedeplar/UFMG, com ênfase em Economia Regional e Urbana. Professor efetivo do curso de Ciências Econômicas da UFOP e professor colaborador do Programa de Doutorado em Inovação Tecnológica e Biofarmacêutica da UFMG. Possui experiência em consultoria, gestão de parques tecnológicos, macroeconomia, desenvolvimento econômico e inovação.

 

 

Conselheiras e Conselheiros Efetivos

 

 

Ilva Ruas de Abreu

Graduada em Ciências Econômicas pela Unimontes, com mestrado em Administração pela UFSC e doutorado em História pela UFMG. Foi vice-reitora da Unimontes (2019–2022) e atualmente é professora do Departamento de Ciências Econômicas e coordenadora de curso. Atua nas áreas de História Econômica, Desenvolvimento Regional e Metodologia da Pesquisa.

 

 

 

Stefan Wilson Damato

Doutor em Economia Aplicada pelo Cedeplar/UFMG, com passagem pela CEPAL/ONU. Pesquisador de pós-doutorado, professor de pós-graduação e conselheiro de política econômica da FIEMG. Possui ampla experiência em macroeconomia do desenvolvimento, economia estruturalista, modelagem econométrica e políticas públicas, além de atuação em organismos internacionais e entidades do setor produtivo.

 

 

 

Carolina Rocha Batista

PresidentaGraduada em Ciências Econômicas pela PUC Minas, com mestrado em Economia pela Unifal-MG e MBA em Finanças e Controladoria pela USP/Esalq. Possui experiência acadêmica e profissional nas áreas de História Econômica, Desenvolvimento Econômico, FP&A e Controladoria, com atuação em setores como startups, alimentação, construção civil, associações e comunicação. Atuava como vice-presidenta do Corecon-MG antes de assumir a presidência.

 

 

Conselheiras e Conselheiros Suplentes

 

 

Amanda Gonçalves Dias

Economista formada pela PUC Minas (2023), com MBA em Modelagem Financeira, M&A e Valuation em andamento. Atua na área de Relações com Investidores da Direcional Engenharia e possui experiência no setor bancário, com foco em orçamento e gestão de metas.

 

 

 

 

 

Davyson Demmer G. Barbosa

Graduado em Ciências Econômicas pela UFSJ, mestre em Educação Tecnológica pelo CEFET-MG e doutorando em Gestão e Organização do Conhecimento pela UFMG. Atua nas áreas de políticas econômicas, educação e gestão do conhecimento.

 

 

 

 

 

Tania Cristina Teixeira

Graduada em Ciências Econômicas e Ciências Contábeis pela PUC Minas, com especializações e trajetória acadêmica e profissional nas áreas de economia, mercado de trabalho e desenvolvimento regional. Foi presidenta do Corecon-MG no período de 2020 a 2022, é conselheira do Cofecon desde 2024 e exerceu a presidência do Conselho Federal de Economia em 2025.

 

 

A nova gestão assume com o compromisso de conduzir o Corecon-MG com ética, responsabilidade pública e diálogo permanente com a categoria e a sociedade, fortalecendo o papel do economista como agente essencial para o desenvolvimento de Minas Gerais e do Brasil.

Plenária do Cofecon confirma recondução de Tania Teixeira e João Manoel à presidência

Plenário garante a continuidade dos trabalhos e das pautas estratégicas do Conselho Federal de Economia para 2026.

Os conselheiros federais reelegeram os economistas Tania Cristina Teixeira e João Manoel Gonçalves Barbosa para os cargos de presidenta e vice-presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), respectivamente, para o ano de 2026. A votação ocorreu neste sábado, 13 de dezembro, durante a 748ª Sessão Plenária, realizada em formato híbrido, com a participação dos conselheiros federais efetivos da autarquia.

Para a presidenta reconduzida, Econ. Tania Cristina Teixeira, os avanços obtidos no primeiro mandato foram resultado do empenho coletivo de conselheiros e conselheiras, além do corpo funcional do Cofecon. “Os resultados alcançados no primeiro mandato refletem um trabalho coletivo, pautado pelo diálogo, pela escuta e pela responsabilidade institucional. Buscamos construir uma gestão aberta, que valoriza as contribuições dos conselheiros, das comissões e do corpo funcional, fortalecendo o Cofecon como um espaço plural, comprometido com a valorização da profissão e com a defesa de pautas estruturantes, como o protagonismo feminino e a atualização profissional, a defesa da democracia e da sociedade.”

Em seus agradecimentos, Tania também destacou a importância da continuidade do trabalho desenvolvido. “O primeiro mandato foi um período de muito trabalho, diálogo e construção coletiva, que permitiu importantes avanços para o fortalecimento institucional do Cofecon. A recondução representa a continuidade desse compromisso. Seguiremos firmes no fortalecimento da pauta do protagonismo feminino, da diversidade, do desenvolvimento socioeconômico e ambiental, ampliando espaços de participação e liderança de todos os economistas. Da mesma forma, continuaremos tratando como prioridade a aprovação do Projeto de Lei que trata da atualização profissional, essencial para a valorização e o futuro da nossa profissão.”

O vice-presidente João Manoel Gonçalves Barbosa também se pronunciou sobre a recondução e os desafios do novo período. “Acompanhei de perto os avanços conquistados no primeiro mandato da presidenta Tania, especialmente no fortalecimento institucional e na promoção do protagonismo feminino. Neste novo período, seguiremos trabalhando de forma integrada para consolidar essas conquistas e avançar na aprovação do Projeto de Lei da atualização profissional, que é uma pauta estratégica e prioritária para o Sistema Cofecon/Corecons.”

Atualização da legislação da profissão avança no Congresso e fortalece o papel dos economistas no desenvolvimento do país.

Conselheira do Corecon-MG participou da articulação em defesa da modernização da profissão.

Os economistas brasileiros conquistaram, nesta quarta-feira (3), um importante avanço rumo à modernização da profissão. A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei nº 3.178/2024, que atualiza a Lei nº 1.411/1951 e redefine o marco legal dos economistas no Brasil, alinhando a regulamentação às transformações econômicas, tecnológicas e institucionais das últimas décadas.

Paulo Dantas da Costa (dir.), deputado André Figueiredo, conselheira do Corecon-MG Valquíria Aparecida Assis e Pedro Garrido, Conselheiro do Corecon-DF.

De autoria dos deputados Reginaldo Lopes (PT-MG) e Mauro Benevides Filho (PDT-CE), o projeto foi aprovado na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado André Figueiredo (PDT-CE). A proposta busca trazer maior segurança jurídica ao exercício da profissão, delimitar com mais clareza o campo de atuação do economista e fortalecer a qualidade técnica das atividades privativas da categoria.

A audiência contou com a presença de representantes do Sistema Cofecon/Corecons, entre eles a conselheira do Corecon-MG, Beatriz Barros, e a superintendente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Aline Tales Ferreira, que acompanharam em plenário a votação e os debates sobre a matéria, reforçando o compromisso institucional com a atualização da legislação profissional.

Segundo o relator, a legislação em vigor já não acompanha a evolução do mercado e das práticas profissionais.

“Desde que a Lei 1.411/1951 e o Decreto 31.794/1952 foram editados, a sociedade mudou acentuadamente. A presente proposição traz um rol detalhado, razoável e coerente de atividades que, conectadas às áreas de economia e finanças, devem ser exercidas privativamente por economista”, destacou André Figueiredo.

A presidenta do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Tania Cristina Teixeira, classificou a aprovação como uma conquista estratégica para a categoria.

“Esta é uma pauta prioritária para nossa gestão e para todos os economistas brasileiros. Esse avanço representa um passo fundamental para que a legislação passe a refletir a complexidade do mundo contemporâneo e o papel estratégico que desempenhamos no desenvolvimento do país”, afirmou.

O coordenador do Grupo de Trabalho para Atualização da Legislação Profissional do Economista, Paulo Dantas da Costa, acompanhou a sessão e celebrou o resultado.

“Hoje é um dia histórico para os economistas brasileiros. A votação unânime demonstra o consenso em torno da necessidade de modernizar a legislação e valorizar a nossa profissão”, afirmou.

Representando Minas Gerais, a conselheira do Corecon-MG Valquíria Aparecida Assis, integrante do Grupo de Trabalho, também comemorou a aprovação.

“Este projeto fortalece a nossa categoria ao definir com mais precisão o campo de atuação do economista. A decisão desta quarta-feira é uma grande vitória e seguiremos mobilizados pelas próximas etapas até a aprovação definitiva”, declarou.

Ajustes no texto e fortalecimento do Sistema

Durante a tramitação, alguns pontos do projeto original foram ajustados a partir do diálogo com outros conselhos profissionais. A inclusão de atividades compartilhadas foi retirada, e expressões que poderiam gerar conflito, como “perícia econômico-financeira”, foram substituídas por termos como “perícia econômica”.

Apesar das alterações, os fundamentos centrais da proposta foram preservados. O texto reafirma que o campo de atuação do economista abrange a economia e as finanças e mantém ao Cofecon a atribuição de regulamentar outras competências inerentes à profissão. O projeto também fortalece os Conselhos Federal e Regionais de Economia, ampliando seus instrumentos de fiscalização e os mecanismos disciplinares, o que contribui para maior rigor ético e técnico no exercício profissional.

Próximos passos

Com a aprovação na Comissão de Trabalho, o Projeto de Lei nº 3.178/2024 segue agora para análise na Comissão de Finanças e Tributação e, posteriormente, na Comissão de Constituição e Justiça. Após essas etapas, a proposta será encaminhada ao Senado Federal.

O Sistema Cofecon/Corecons, incluindo o Corecon-MG, continuará acompanhando a tramitação e articulando apoio parlamentar para garantir que a modernização da Lei dos Economistas seja concluída e transformada em lei.