Cofecon publica Revista Economistas dedicada às mulheres
Edição de março vem sendo tradicionalmente dedicada às mulheres. Artigos abordam questões de gênero e sustentabilidade
A edição número 55 da Revista Economistas, em comemoração ao Mês da Mulher, iniciativa da Comissão Mulher Economista e Diversidade traz artigos escritos por mulheres economistas – publicação que vem se tornando tradição nos últimos anos para a edição de março.
Os textos exploram a relação entre economia e gênero, destacando desafios, desigualdades e avanços na participação das mulheres na profissão, no mercado de trabalho e na sociedade, e abordam temas que vão desde o impacto do trabalho doméstico não remunerado até o custo da violência doméstica para a economia, além da sub-representação feminina na ciência econômica e no mercado de trabalho.
A nova edição pode ser acessada clicando na imagem ao lado.
Uma matéria especial destaca a posse de Tania Cristina Teixeira como presidenta do Cofecon, um marco na trajetória da autarquia que reflete as transformações na profissão de economista. Sua liderança simboliza o avanço da representatividade feminina no campo econômico, consolidando um movimento que busca maior equidade e participação ativa das mulheres nos debates e decisões sobre o desenvolvimento do país. O evento foi também um momento de reconhecimento às economistas que pavimentaram esse caminho, reforçando a importância de fortalecer espaços de liderança para mulheres na economia.
Artigos da edição 55
Sustentabilidade da vida
O trabalho doméstico não remunerado é um pilar essencial para a manutenção da vida e da força de trabalho, mas permanece invisível e desvalorizado dentro do sistema econômico tradicional. Historicamente, mulheres são as principais responsáveis por essa carga de cuidados, o que reforça desigualdades de gênero, raça e classe e sustenta a lógica do capitalismo. Beatriz Cerqueira Worspite analisa como o sistema capitalista prioriza o lucro em detrimento do cuidado com a vida, sugerindo a necessidade de repensar essa estrutura em busca de um modelo econômico mais justo e igualitário.
Investimento no combate à violência doméstica
A violência contra a mulher não é apenas uma questão social, mas também um custo econômico significativo, argumenta Roberta Muniz. Um estudo do Instituto Maria da Penha, em parceria com a UFC, mostrou que mulheres vítimas de violência perdem, em média, 18 dias de trabalho por ano, afetando sua produtividade e estabilidade financeira. No Rio de Janeiro, os prejuízos podem ultrapassar R$ 6,6 bilhões anuais em perda de renda e produtividade. Investir no combate à violência doméstica é uma estratégia inteligente para o crescimento econômico, pois a falta de políticas públicas eficientes prejudica tanto as vítimas quanto o desenvolvimento do país.
Mulheres na Economia
A participação feminina na economia é fundamental para o crescimento sustentável e a inovação. Estudos do FMI e do Banco Mundial indicam que a igualdade de gênero pode impulsionar significativamente o PIB global. No entanto, mulheres ainda enfrentam desigualdade salarial, ganhando 22% a menos que os homens, e ocupando apenas 37% dos cargos de liderança no Brasil. O artigo de Dirlene Silva destaca como a equidade de gênero fortalece economias e apresenta estratégias para ampliar a inclusão feminina no mercado de trabalho e promover o empreendedorismo, apontando caminhos para um futuro mais justo e próspero.
Reconhecimento das mulheres economistas
A história da ciência econômica, dominada por grandes pensadores, muitas vezes negligencia o reconhecimento das contribuições das economistas mulheres. O artigo de Isabel Ribeiro destaca a trajetória de exclusão das mulheres na profissão, exemplificada pela escassa premiação feminina no Nobel de Economia, com apenas três mulheres laureadas entre 1969 e 2024. O texto celebra as contribuições de pioneiras como Elinor Ostrom, Esther Duflo e Claudia Goldin, além de outras economistas renomadas, que transformaram áreas essenciais da economia.
Mulheres no capitalismo tardio
Como as desigualdades estruturais afetam as mulheres no Brasil? Quais avanços e desafios persistem nas políticas públicas voltadas para equidade de gênero? Pamela Sobrinho analisa os impactos da precarização do trabalho, da violência de gênero e das políticas de inclusão na realidade das mulheres, especialmente negras e periféricas. Apesar de avanços, a sub-representação política e a sobrecarga de trabalho ainda são desafios estruturais que precisam ser enfrentados.
Adoráveis Mulheres Economistas
A trajetória das mulheres na economia tem sido marcada por desafios, avanços e grandes conquistas. No artigo “Adoráveis Mulheres Economistas”, Mônica Beraldo revisita momentos históricos da luta pela valorização da presença feminina no Sistema Cofecon/Corecons, desde o primeiro debate sobre gênero em um Congresso Brasileiro de Economistas, em 1999, até a eleição da primeira mulher presidente do Cofecon em 2025. O artigo também destaca iniciativas fundamentais para ampliar o protagonismo feminino na economia.
Mulheres e Superendividamento
O superendividamento é uma realidade que afeta milhões de brasileiros, mas as mulheres são particularmente vulneráveis a esse problema. Desigualdade salarial, jornadas duplas de trabalho, falta de acesso a crédito justo e a sobrecarga financeira são alguns dos fatores que agravam essa situação. A economista Janile Soares analisa as causas do endividamento feminino, suas consequências e possíveis soluções. Como o superendividamento impacta a economia do país? Quais políticas públicas podem ajudar a reverter esse cenário? Como a educação financeira pode ser uma ferramenta de empoderamento feminino?
Mercado de Trabalho e Desigualdade de Gênero
Em um cenário onde as desigualdades de gênero ainda dominam o mercado de trabalho no Brasil, o campo da Economia não é exceção. O artigo de Eliane Araujo e Adriana Ripka expõe as persistentes assimetrias enfrentadas pelas mulheres, mesmo com avanços significativos nos últimos anos. Apesar das dificuldades, a educação das mulheres avançou, e elas se destacam nas universidades. No entanto, a luta por igualdade de oportunidades e pelo fim da discriminação de gênero continua. O artigo também é um chamado para que mais mulheres economistas se juntem aos Conselhos Regionais de Economia e se envolvam ativamente na transformação desse cenário.
Vieses cognitivos na desigualdade de gênero
O artigo de Viviane Almeida Morais aborda como os vieses cognitivos afetam a participação das mulheres nas instituições financeiras brasileiras. Ao aplicar conceitos da Economia Comportamental, a pesquisa explora como preconceitos inconscientes, como os vieses de confirmação, ancoragem e o status quo, contribuem para perpetuar a desigualdade de gênero no mercado de trabalho, especialmente em cargos de liderança.
Colaboração, justiça social e desenvolvimento sustentável: descubra a Economia Solidária!
Você conhece a economia solidária? Muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre esse conceito. Pensando nisso, especialistas e membros da Comissão de Responsabilidade Social e Economia Solidária do Cofecon explicam, de forma simples e objetiva, como a economia solidária promove colaboração, justiça social e desenvolvimento sustentável, colocando as pessoas no centro da economia e valorizando a cooperação e o trabalho coletivo.
O Professor Renato Dagnino explica como o campo da economia solidária propõe uma nova forma de organizar a produção e o consumo, baseada na coletividade, autogestão e compartilhamento do conhecimento. Além de defender que outro mundo é possível — um mundo mais justo, solidário e sustentável.
“A economia solidária não é apenas um modelo produtivo — é um estilo de vida que exige reflexão, diálogo e engajamento para transformar a sociedade A economia solidária defende
Para o economista Wiliam Retamiro, a economia solidária é um caminho para reduzir desigualdades e fortalecer os territórios, gerando trabalho e renda, valorizando o saber e a produção local e fortalecendo a economia dos territórios por meio das compras públicas.
“Quando as comunidades se organizam de forma solidária, todos ganham! Consumidores, produtores e gestores públicos podem impulsionar um modelo econômico mais justo e sustentável”, afirma.
Objetivos da economia solidária
O economista Carlos Eduardo Soares de Oliveira Junior destaca os principais objetivos da economia solidária para a construção de um futuro mais inclusivo e sustentável:
- Geração de trabalho e renda
- Desenvolvimento autônomo e sustentável nos territórios
- Valorização das comunidades e do conhecimento local
- Fortalecimento das compras públicas de produtos da economia solidária
Aponta ainda que a transformação pode começar com ações concretas de prefeituras, governos estaduais e federal que podem impulsionar essa economia, adquirindo produtos e serviços gerados por iniciativas solidárias.
Assista aos vídeos de Elis Braga Licks- coordenadora da Comissão de Responsabilidade social e Economia Solidária do Cofecon – do Professor Renato Dagnino, de Wiliam Retamiro e Carlos Eduardo Soares de Oliveira Junior. Compartilhe essa ideia, transforme vidas e fortaleça comunidades!
Relações internacionais é pauta no lançamento de Boletim de conjuntura econômica do Ipead
A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Fundação Ipead) lançou o Boletim de Conjuntura Econômica, uma publicação que analisa os principais aspectos econômicos e sociais de Minas Gerais, do Brasil e do cenário global. O lançamento, realizado em parceria com o Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG), ocorreu na sua sede na última quinta-feira (27) e contou com a presença da presidenta do Cofecon, Tania Teixeira, de professores, economistas e profissionais do setor.
Para o presidente da Fundação Ipead, Fabrício José Missio, o Boletim de Conjuntura Econômica responde a uma carência de instrumentos, que como este não apenas apresenta dados, mas também traduz informações para que o cidadão compreenda as decisões tomadas e seus reflexos nos indicadores econômicos e sociais. A proposta do do boletim é ser acessível e de fácil compreensão, permitindo que, a partir da análise dos indicadores, sejam escolhidas as melhores estratégias para o crescimento e o desenvolvimento de Minas Gerais.
Carolina Rocha Batista, presidente do Corecon-MG, ressaltou a importância do lançamento para o protagonismo dos economistas no debate técnico em Minas Gerais e no Brasil.
O evento seguiu com a palestra do professor de Política Internacional e Comparada do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Dawisson Belém Lopes, sobre a Conjuntura Política Internacional, apontando as particularidades do momento global.
A Nova Ordem Global e o Papel do Brasil
Em um mundo em constante transformação, as relações internacionais se reconfiguram de maneira acelerada. A ascensão da China, o reposicionamento dos Estados Unidos e a emergência de novas potências moldam um cenário dinâmico e desafiador. Um exemplo claro dessa mudança foi a reação norte-americana ao crescimento chinês. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os EUA desfrutaram de uma posição hegemônica, mas o avanço da China no comércio e na indústria tem colocado essa liderança em xeque. Atualmente, 150 países têm a China como principal parceiro comercial, sendo que em 120 deles a presença chinesa supera em pelo menos duas vezes a do segundo colocado.
Esse movimento também impactou a Rússia. Desde a tentativa de integrar-se ao Ocidente por meio do G8 até sua exclusão e as sanções impostas em 2022, o país precisou redefinir suas alianças e estratégias para evitar o colapso econômico. A desconexão da Rússia do sistema Swift é um exemplo marcante das medidas adotadas para isolar Moscou.
A Índia surge como outra peça-chave nesse tabuleiro. Com uma população jovem e crescente, o país investe pesadamente em tecnologia e inovação, buscando uma posição de destaque no cenário global. Já a Europa, embora ainda seja um bloco relevante, enfrenta desafios internos que dificultam sua coesão como ator único nas relações internacionais.
O Contexto Brasileiro
Nesse contexto, o Brasil se vê diante do desafio de equilibrar suas relações internacionais sem se alinhar automaticamente a um único bloco. Historicamente ocidentalizado, o país tem se distanciado progressivamente dos Estados Unidos em votações na ONU, enquanto sua convergência com a China cresce. Essa tendência reforça a necessidade de uma política externa baseada no universalismo diplomático, ampliando parcerias e evitando dependências excessivas.
A inserção do Brasil nos BRICS exemplifica essa busca por maior protagonismo. O bloco, que nasceu como um conceito de mercado, evoluiu para uma plataforma geopolítica com o objetivo de diversificar as relações internacionais e reduzir a centralidade dos EUA e da Europa. No entanto, a assimetria entre os membros, especialmente o peso desproporcional da China, ainda é um desafio.
O Brasil, portanto, precisa definir sua estratégia para os próximos anos. A manutenção de instituições democráticas e uma política migratória aberta são aspectos positivos, mas é essencial que o país continue investindo em relações internacionais que fortaleçam sua posição sem comprometer sua autonomia. O momento exige equilíbrio, visão estratégica e a habilidade de manter-se relevante em um mundo cada vez mais polarizado.
Conheça o Boletim de Conjuntura Econômica, clique aqui.
Corecon-MG em carta aberta homenageia o Economista e Prefeito Fuad Noman
É com profundo pesar que o Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) comunica o falecimento do Sr. Fuad Jorge Noman Filho, prefeito de Belo Horizonte e renomado economista. Fuad não apenas liderou como prefeito de Belo Horizonte, mas também moldou o cenário econômico do Brasil no serviço público como economista.
Formando em Ciências Econômicas pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília e especializando-se em Programação Econômica e Execução Orçamentária, culminando com a honra de receber o título de doutor honoris causa pela Universidade Estadual de Montes Claros. Iniciou sua carreira pública no Banco Central do Brasil, onde começou a escrever seu legado de integridade e compromisso com a estabilidade econômica. Seu papel foi crucial na formulação do Plano Real na década de 1990, um período que definiu a economia brasileira moderna. Também atuou como secretário-executivo da Casa Civil da Presidência da República, diretor do Banco do Brasil, presidente da BrasilPrev e consultor do Fundo Monetário Internacional, Fuad contribuiu para as políticas que hoje fazem parte dos pilares de nossa economia atual.
No estado de Minas Gerais, foi Secretário de Estado de Fazenda, de Transporte e Obras Públicas. Cada posição beneficiou-se imensamente de sua visão econômica e sua habilidade de transformar desafios complexos em oportunidades de crescimento e desenvolvimento.
Como prefeito de Belo Horizonte, Fuad assumiu o mais alto cargo municipal com a mesma dedicação e zelo que caracterizaram sua carreira. Seu governo foi marcado por uma liderança focada na eficácia administrativa. Sua ascensão ao cargo de prefeito em 2022, após ser eleito vice-prefeito em 2020, foi o culminar de uma vida dedicada ao serviço público.
Neste momento de luto, o Corecon-MG expressamos nossas sinceras condolências à sua família, amigos e a todos os cidadãos de Belo Horizonte. Sua contribuição à economia e ao serviço público foi imensurável e seu legado permanecerá como uma fonte de inspiração para futuras gerações.
Corecon-MG realiza uma Live para debater a atuação feminina na economia
No Mês da Mulher, o Corecon-MG, Corecon-PE, Corecon-RN e a Comissão da Mulher e Diversidade do Cofecon promovem um debate essencial sobre a atuação feminina na economia. A live “A Trajetória da Mulher Economista no Mercado de Trabalho” trará uma discussão enriquecedora sobre os desafios, conquistas e oportunidades para as mulheres na profissão. Acontecerá dia 26 de março, às 18h30, no canal do @CoreconMinas no YouTube.
Ao longo dos anos, as economistas vêm conquistando mais espaço, mas ainda enfrentam barreiras como desigualdade salarial, baixa representatividade em cargos de liderança e desafios na conciliação entre vida profissional e pessoal. Neste evento, especialistas compartilharão suas experiências e perspectivas para um futuro mais inclusivo e equitativo na economia.
Convidadas:
Ana Cláudia Arruda, vice-presidente Corecon Pernambuco, Socorro Câmara, presidente do Corecon Rio Grande do Norte, Terezinha de Jesus, Coordenadora da Comissão da Mulher e Diversidade do Cofecon, Tania Teixeira, presidenta do Cofecon e de Carolina Batista, presidente do Corecon Minas Gerais, que será a moderadora da conversa.
Participe e fortaleça a presença feminina na economia! Clique aqui, ative o lembrete e venha construir esse debate com a gente!
Em parceria com o Corecon-MG o Ipead lança o Boletim de Conjuntura Econômica
O Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG), em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (IPEAD), lança nesta quinta-feira, 27, às 18h30, no Corecon-MG, o Boletim de Conjuntura Econômica, uma publicação que traz análises atualizadas sobre os principais indicadores econômicos que impactam Minas Gerais e o Brasil.
O boletim tem como objetivo fornecer informações qualificadas para economistas, empresários, gestores públicos e demais interessados em acompanhar tendências econômicas e tomar decisões fundamentadas. A parceria entre o Corecon-MG e o IPEAD reforça o compromisso de ambas as instituições com a disseminação do conhecimento econômico de qualidade.
O evento contará com a presença do renomado Professor Dawison Belém Lopes, docente de Política Internacional e Comparada do Departamento de Ciência Política da UFMG, que trará percepções valiosos sobre o cenário econômico atual.
Aproveite da oportunidade para se atualizar e debater os principais temas da conjuntura econômica! As vagas são limitadas! Inscreva-se, clicando aqui e confirme sua presença até 26/03. O Corecon-MG espera você!
Corecon-MG recebe o lançamento do livro “Pequenos Economistas”
Neste sábado, às 16 horas, o Corecon-MG abre suas portas para apoiar o lançamento do livro “Pequenos Economistas – As descobertas mágicas de Lolô e Lili!”. A obra do economista Rodrigo Burato narra uma aventura mágica da família de Lili e Lolô no cona educação financeira!
Aprender sobre economia nunca foi tão divertido! O projeto Pequenos Economistas traz uma coleção de livretos infantis pensados para introduzir conceitos básicos de economia de forma leve, ilustrada e envolvente para crianças em fase de alfabetização, com leitura facilitada para mães, pais e professores. Cada história apresenta personagens encantadores e situações do dia a dia para tornar o aprendizado natural e envolvente!
Local: Rua Paraíba, nº 777 – Funcionários
Data: 22/03
Horário: 16h
O Corecon-MG apoia essa experiência que será incrível! Que tal compartilhar essa ideia! A educação financeira é um presente que nunca perde o valor!
Mulheres economistas participarão de Podcast do Corecon-MG sobre a economia braslieira
Podcast imperdível! No dia 19/03, às 19h, o Corecon-MG promoverá um debate sobre a economia brasileira! Mulheres economistas de destaque irão discutir o tema: “O PIB 2024 e as Projeções para 2025”.
Os principais acontecimentos da economia brasileira em 2024 e o que esperar para 2025. Quais são as perspectivas para o crescimento econômico? Como os setores de serviços, indústria, emprego e renda estão reagindo neste ano? E o que esperar para o futuro da economia brasileira? E quais desafios e oportunidades teremos pela frente?
Para essa conversa, foram convidadas três economistas especialistas que vão ajudar a entender esse tema de forma clara e objetiva. Teremos as análises da Clara Brenck, doutora em economia, da Juliana Fagliardi, analista da FIEMG, e da Gabriela Batista, economista da Fecomércio-MG. Carolina Batista, presidente do Corecon-MG, será a moderadora deste bate-papo.
Acesse YouTube @coreconmg e participe.
Entenda mais dos rumos da economia brasileira, participe dessa análise. Ative o lembrete!
Corecon-MG parabeniza mulheres pelo dia internacional
8 de março, Dia Internacional da Mulher, é uma ocasião especial para celebrar a força, a resiliência e as conquistas das mulheres ao redor do mundo.
Momento de refletirmos sobre a importância do empoderamento feminino, destacarmos a significativa contribuição das mulheres em todos os aspectos da sociedade e reforçarmos a mensagem de igualdade e respeito.
Às mulheres incríveis que tornam o mundo mais bonito com sua força e presença, desejamos um Dia da Mulher cheio de realizações e muita felicidade.
Durante todo o mês, o Corecon-MG promoverá uma ampla campanha para valorizar e dar visibilidade ao trabalho das mulheres economistas, destacando suas contribuições para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Teremos um do podcast com mulheres economistas tratam do Produto Interno Bruto (PIB)do Brasil em 2024, dia 13/02, às 19 horas, no canal do Corecon-MG no YouTube.
A presidente do Cofecon, Tania Teixeira, e a coordenadora da Comissão da Mulher Economista e Diversidade, Teresinha de Jesus Ferreira da Silva em mensagem à mulheres, apregoam:
“O futuro será mais justo e inclusivo quando todas as mulheres, independentemente de sua origem ou condição social, tiverem as mesmas oportunidades de contribuir e prosperar. O mundo precisa de nós, e nós precisamos umas das outras. Que o trabalho das mulheres seja sempre reconhecido e valorizado em todas as áreas, especialmente nas ciências e na economia. Cada passo em direção à equidade é um passo em direção a um futuro mais próspero para todos.”
PIB Brasileiro cresce 3,4%, diz IBGE
O que isso significa para o Brasil?
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil avançou 3,4% em 2024, consolidando um crescimento sólido, mas com desafios pela frente.
Destaques do ano:
Indústria cresceu 3,3%, impulsionada pela Construção Civil (+4,3%) e Indústrias de Transformação (+3,8%).
Serviços avançaram 3,7%, com destaque para Informação e Comunicação (+6,2%) e Comércio (+3,8%).
Consumo das Famílias teve o maior crescimento em 13 anos (+4,8%), impulsionado pelo mercado de trabalho e maior acesso ao crédito.
Agropecuária recuou 3,2%, impactada por eventos climáticos e queda na produção de soja (-4,6%) e milho (-12,5%).
O que esperar para 2025?
O crescimento deve desacelerar para cerca de 2%, devido ao aumento dos juros e um cenário global mais desafiador.
A demanda interna pode enfraquecer, mas a recuperação da Agropecuária pode aliviar a inflação dos alimentos.
Para um crescimento sustentável, é essencial fortalecer a indústria, inovação e políticas públicas estratégicas.
O que você acha desse cenário?