Corecon-MG dialoga com nova turma de Economia da Fundação Dom Cabral
Presidente do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais, Carolina Rocha Batista participa da integração da Fundação Dom Cabral e apresenta a atuação do Conselho e as perspectivas da profissão aos ingressantes.
O dia 25 de fevereiro ficará marcado como um momento especial de aproximação entre o Conselho Regional de Economia de Minas Gerais e a nova geração de economistas. Durante a programação de integração e acolhimento dos calouros — conhecida como onboarding — da primeira turma do curso de Economia da Fundação Dom Cabral, o Conselho participou de um bate-papo com os ingressantes, fortalecendo o diálogo entre a entidade e o meio acadêmico desde o início da formação.
Representando o Corecon-MG, a presidente Carolina Rocha Batista conduziu uma conversa aberta e dinâmica sobre a profissão, o papel institucional do Conselho e as perspectivas da carreira. O momento foi marcado pela forte receptividade dos estudantes, que participaram ativamente e demonstraram grande interesse pela trajetória profissional da presidente.
Os alunos fizeram diversas perguntas sobre a atuação de Carolina no setor privado, os desafios enfrentados ao longo da carreira como economista e a experiência de liderar o Conselho Regional. A troca permitiu que os ingressantes conhecessem, de forma concreta, os caminhos possíveis na profissão, compreendendo como a formação em Economia pode se desdobrar em diferentes espaços de atuação e responsabilidade.
A interação reforçou o compromisso do Corecon-MG em estar presente na formação das novas turmas, estimulando o protagonismo, a valorização profissional e a construção de uma identidade sólida desde os primeiros passos na graduação. A participação ativa dos estudantes da Fundação Dom Cabral evidenciou o interesse pela profissão e a importância de aproximar o Conselho daqueles que serão, em breve, os novos economistas de Minas Gerais.
Corecon-MG recebe o economista Marco Crocco para palestra
O Corecon-MG promoverá, no dia 05 de março de 2026 (quinta-feira), às 18h30, no Auditório do Corecon-MG, em Belo Horizonte, a palestra “Modelo de Desenvolvimento do Brasil em Debate”, a ser ministrada pelo economista Marco Aurélio Crocco.
O encontro propõe uma reflexão qualificada sobre os caminhos do desenvolvimento econômico brasileiro, reunindo profissionais, estudantes e demais interessados para um debate atual e estratégico sobre os desafios e perspectivas do país. A atividade integra a agenda institucional do Conselho voltada ao fortalecimento da profissão e à promoção de discussões relevantes para a sociedade.
Na ocasião, será realizada também a solenidade de posse da presidente, do vice-presidente, das conselheiras e dos conselheiros do Corecon-MG para o triênio 2026–2028.
O evento será presencial, com vagas limitadas, e acontecerá na sede do Conselho, localizada na Rua Paraíba, 777, Savassi, Belo Horizonte.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas aqui.
Conheça o horário de funcionamento do Corecon-MG no período de carnaval
O Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) informa que, em razão do período de Carnaval, haverá alteração em nosso horário de funcionamento.
📅 Sexta-feira (13): atendimento excepcional das 9h às 13h.
📅 Retorno das atividades: o atendimento normal será retomado na quinta-feira (19), em horário regular.
Recomendamos que eventuais demandas sejam programadas considerando esse período.
Contamos com a compreensão de todos e desejamos um Carnaval com tranquilidade e segurança.
Corecon-MG divulga solenidade de recondução de Tania Teixeira à Presidência do Cofecon
O Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG participou da solenidade de posse da recondução da economista Tania Teixeira à Presidência do Conselho Federal de Economia (Cofecon), momento de grande relevância para o Sistema Cofecon/Corecons e para a profissão de economista no Brasil. A cerimônia reafirma a confiança em uma gestão comprometida com o fortalecimento institucional, a valorização profissional e a defesa de uma Economia plural, técnica e socialmente responsável.
A solenidade também foi marcada pela entrega das premiações a personalidades da Economia, reconhecendo trajetórias, iniciativas e contribuições que se destacaram pelo compromisso com o desenvolvimento econômico, a produção de conhecimento e a atuação ética e qualificada em diferentes áreas da Economia. Trata-se de um momento de celebração e reconhecimento, que evidencia o papel estratégico dos economistas na formulação de políticas, no debate público e na construção de soluções para os desafios do país.
Ao integrar essa cerimônia, o Corecon-MG reafirma seu alinhamento institucional com o Cofecon e seu compromisso permanente com o fortalecimento do Sistema, a valorização da categoria e a promoção de uma Economia voltada ao desenvolvimento sustentável, inclusivo e socialmente justo.
Tania Teixeira reafirma papel das instituições e dos economistas no desenvolvimento do Brasil
Reconduzida à presidência do Cofecon, ela destacou o momento econômico vivido pelo País e a importância da profissão no debate público e na construção de políticas baseadas em evidências
Reconduzida ao cargo na última sexta-feira (6), a presidenta do Conselho Federal de Economia, Tania Cristina Teixeira fez uma defesa enfática do papel das instituições públicas, da democracia e da ciência econômica como pilares do desenvolvimento nacional. A fala da presidenta, numa solenidade que reuniu ministros de Estado, dirigentes de instituições estratégicas e autoridades, foi marcada por uma análise abrangente do cenário econômico brasileiro e por um chamado à responsabilidade pública dos economistas.
“A presença de dirigentes de instituições como o BNDES, o Ipea e o IBGE, de ministros de Estado, parlamentares e autoridades do governo local confere a este momento um significado político, institucional e simbólico ainda mais forte, não apenas para o Sistema Cofecon/Corecons, mas para toda a economia brasileira e também para o futuro do Brasil”, afirmou Tania Teixeira. “Não há desenvolvimento possível sem instituições fortes, sem diálogo democrático qualificado e sem políticas públicas fundamentadas em evidências e em compromisso com o interesse coletivo. A economia não é neutra, e as escolhas econômicas têm consequências sociais, regionais e geracionais”, declarou.
Durante o discurso, a presidenta apresentou indicadores recentes da economia brasileira como evidência de um novo ciclo de crescimento. Segundo ela, o desempenho de 2024 demonstrou a retomada do papel do Estado como agente de coordenação do desenvolvimento. Ao tratar do mercado de trabalho, Tania destacou os resultados históricos alcançados em 2025. “O Brasil registrou a menor taxa média de desemprego da série histórica, de 5,6%, com mais de 103 milhões de brasileiros e brasileiras ocupados, representando crescimento real da renda do trabalho e expansão da massa salarial”, afirmou.
No campo social, a presidenta enfatizou a redução da desigualdade como resultado de políticas articuladas. “Em 2024, o país alcançou o menor nível de desigualdade de renda desde 2012, com o Índice de Gini caindo para 0,50, ao mesmo tempo em que o rendimento domiciliar per capita atingiu o maior patamar da série histórica. Esses dados comprovam que crescimento econômico, geração de emprego e renda e políticas sociais não são dimensões opostas, mas complementares”, pontuou Tania.
Ao abordar os desafios fiscais, a presidenta reconheceu as limitações impostas pela dívida interna e pelos juros elevados, mas alertou para os riscos da compressão de investimentos estruturantes. “Investimentos em educação, saúde, transporte, estrutura urbana e tecnologia não podem ser adiados, porque são determinantes do futuro da nação”, afirmou.
Ela também reafirmou a importância dos economistas na sociedade e o compromisso institucional do Sistema Cofecon/Corecons com a democracia e o desenvolvimento inclusivo. “A sociedade precisa de análise técnica, de responsabilidade pública e compromisso com a verdade dos dados. Nós temos que combater as fake news, inclusive na nossa área de conhecimento, que é a ciência econômica”, disse a presidenta. “O sistema Cofecon/Corecons não pode ser neutro diante dos desafios do país. Tem o dever de atuar como referência pública em defesa da ciência econômica, da democracia e de um projeto de desenvolvimento que coloque as pessoas no centro. Reafirmo o compromisso de conduzir essa gestão com rigor técnico, autonomia institucional, diálogo permanente e profundo senso de responsabilidade pública”, observou Tania. E finalizou citando Guimarães Rosa: “O que a vida quer da gente é coragem”.
Confira AQUI as fotos do evento. Link para o Flickr
A fala da presidenta pode ser lida na íntegra logo abaixo.
Saúdo a todos os integrantes dessa qualificada mesa de honra, a quem agradeço de forma muito especial pela presença na condição de representantes de instituições estratégicas para a formulação de políticas públicas, defensores do desenvolvimento econômico e do fortalecimento à democracia no Brasil. A presença de dirigentes de instituições como BNDES, o IPEA e o IBGE, de ministros de Estado, parlamentares e autoridades do governo local, confere a este momento um significado político, institucional e simbólico ainda mais forte, não apenas para o sistema Cofecon/Corecons, mas para toda a economia brasileira e também para o futuro do Brasil.
Nosso país é marcado por desafios estruturais profundos, mas também por avanços recentes que não podem ser ignorados. Neste cenário, podemos afirmar que não há desenvolvimento possível sem instituições fortes, sem diálogo democrático qualificado e sem políticas públicas fundamentadas em evidências e em compromisso com o interesse coletivo. A economia não é neutra e as escolhas econômicas têm consequências sociais, regionais e geracionais, razão pela qual o debate econômico não pode ser reduzido a simplificações, nem apropriado para discussões fáceis e casuais.
O Brasil vive um ciclo recente com resultados econômicos concretos, que exigem análise séria e rigorosa. Em 2024, o produto interno bruto cresceu 3,4%, o maior desempenho desde 2021. Este crescimento não ocorreu por acaso. Foi sustentado por um mercado de trabalho mais dinâmico, pela expansão da renda e por políticas públicas que recolocaram o Estado como agente de coordenação do desenvolvimento. Os serviços avançaram 3,7% e a indústria 3,3, com destaque para a indústria de transformação e a construção civil, atividades com elevado efeito multiplicador sobre o emprego, sobre a renda e sobre os investimentos. A agropecuária, por sua vez, enfrentou retração, impactada por eventos climáticos extremos, um dado que não pode ser tratado como meramente conjuntural. Ao contrário, esse desempenho reforça, de forma inequívoca, que a agenda climática, a transição energética e a sustentabilidade ambiental são dimensões estratégicas do desenvolvimento nacional e que não há projeto de país viável em um contexto de emergência climática, sem planejamento, sem investimento, sem ciência e sem políticas de longo prazo.
No mercado de trabalho, os resultados foram ainda mais expressivos. Em 2025, o Brasil registrou a menor taxa média de desemprego da sede histórica de 5,6%, com mais de 103 milhões de brasileiros e brasileiras ocupados, representando um crescimento real da renda do trabalho e expansão da massa salarial. Esses resultados não são acidentais, mas decorrem de uma dinâmica econômica que voltou a colocar o trabalho no centro do desenvolvimento, fortalecendo o consumo, arrecadação e buscando a coesão social.
No ponto de vista social, os avanços são incontestáveis. Em 2024, o país alcançou o menor nível de desigualdade de renda desde 2012, com o Índice de Gini caindo para 0,50, ao mesmo tempo em que o rendimento domiciliar per capita atingiu o maior patamar da série histórica. Estes dados comprovam, com evidências, que crescimento econômico, geração de emprego e renda e políticas sociais bem delineadas não são dimensões opostas, mas complementares.
No setor externo, o Brasil registrou em 2024 um superavit comercial de 74,6 bilhões de dólares, o segundo maior da série histórica, com destaque para o desempenho recorde das exportações da indústria de transformação, indicando ganhos de competitividade e maior diversificação da pauta exportadora. No entanto, a inserção internacional do país não pode ser passiva. Ela deve ser associada a uma estratégia consistente de política industrial, inovação, tecnologia, investimento em ciência e tecnologia e uma visão soberana de desenvolvimento. Esse é um compromisso que nós temos como economistas e como membros do Conselho Federal de Economia e do Sistema Cofecon/Corecons. E afirmamos a importância de uma visão soberana de desenvolvimento e de país.
Ao mesmo tempo, é imperativo enfrentar com seriedade e coragem os desafios postos, por exemplo, como o crescimento da dívida interna. Verifica-se que no encerramento do exercício de 2025, esta dívida correspondeu a 8,6 trilhões, num contexto de taxas de juros elevadas, o que impõe restrições ao investimento, à capacidade do Estado de planejar o futuro e à retomada de um crescimento efetivo e de longo prazo. Reafirmamos também que esse governo atual mantém sua responsabilidade fiscal, seguindo o dever institucional, mesmo com todos os percalços e os grandes desafios. No entanto, achamos ser necessário dizer que investimentos em educação, saúde, transporte, estrutura urbana, tecnologia, não são investimentos que podem ser deixados por futuros, porque eles são determinantes do futuro da nação.
Afirmamos que, neste contexto complexo, marcado por avanços, limites e escolhas estratégicas, o papel dos economistas se torna ainda mais central em um ano eleitoral, caracterizado pela polarização, desinformação e, muitas vezes, soluções aparentemente simples para problemas complexos, a sociedade precisa, sim, de análise técnica, de responsabilidade pública e compromisso com a verdade dos dados e com a verdade de fato. Nós temos que combater as fake news, inclusive na nossa área de conhecimento, que é a ciência econômica. Para isso, os economistas estão aí. Eles têm um conselho de ética e todos nós sabemos da importância de estarmos atentos a essa questão, principalmente no momento em que há disputas políticas, mas a sociedade não pode ser usada e nem os economistas podem ser usados a despeito do interesse comum dessa nação.
Assumo mais uma vez a presidência do Conselho Federal de Economia com plena consciência da responsabilidade institucional que esse cargo impõe. O sistema Cofecon/Corecons não pode ser neutro diante dos desafios do país e tem o dever de atuar como referência pública em defesa da ciência econômica, da democracia, de um projeto de desenvolvimento que tem as pessoas e a sociedade civil no centro, combinando crescimento sustentável, inclusão social, responsabilidade e justiça social e reforço à cidadania. Nós não podemos abrir mão disso, porque a garantia de que os estudantes de economia e os jovens de hoje terão de viver numa sociedade democrática, justa e cidadã, faz parte das decisões que nós tomamos hoje, no presente.
É nesse sentido que reafirmo o compromisso de conduzir essa gestão com rigor técnico, autonomia institucional, diálogo permanente e profundo senso de responsabilidade pública. E gostaria de encerrar esse breve discurso citando o escritor mineiro Guimarães Rosa: “A vida é assim, esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que a vida quer da gente é coragem”. Obrigada, senhores e senhores.
Corecon-MG divulga edição de janeiro do Boletim de Conjuntura Econômica do IPEAD
O Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) divulga a edição de janeiro de 2026 do Boletim de Conjuntura Econômica do IPEAD, publicação que integra as ações previstas no Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a Fundação IPEAD, o Conselho Federal de Economia (Cofecon) e o Corecon-MG.
O boletim reúne análises e dados atualizados sobre os cenários econômico internacional e nacional, com o objetivo de subsidiar o debate econômico e apoiar a atuação profissional dos economistas.
Acordo Mercosul–União Europeia e cenário externo
No cenário internacional, a publicação destaca a assinatura histórica do acordo Mercosul–União Europeia, concluída após 26 anos de negociações. O boletim também analisa a revisão para cima do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no terceiro trimestre, que atingiu 4,4%, impulsionado pelo consumo das famílias.
Na China, o crescimento econômico alcançou a meta governamental de 5% em 2025, apesar da desaceleração observada no último trimestre (4,5%) e da expressiva queda nas exportações para os Estados Unidos. Na Zona do Euro, a inflação encerrou o ano em 1,9%, convergindo para a meta do Banco Central Europeu.
Desempenho da economia brasileira e mineira
No Brasil, o volume de serviços recuou 0,1% em novembro, interrompendo uma sequência de altas. Em Minas Gerais, o setor apresentou comportamento distinto, com crescimento de 1,1% no mesmo período.
O comércio varejista brasileiro avançou 1,0% em novembro, enquanto Minas Gerais registrou alta de 1,3%. No mercado de trabalho, o boletim aponta a menor taxa de desemprego da série histórica, de 5,2%, além do novo recorde da população ocupada, que chegou a 103 milhões de pessoas.
Inflação e custo de vida
Em relação aos preços, o IPCA fechou 2025 com alta acumulada de 4,26%, dentro do teto da meta de inflação. Em Belo Horizonte, a cesta básica apresentou elevação de 1,68% em dezembro, embora tenha acumulado queda de 0,70% ao longo do ano.
Análises setoriais e artigo de opinião
A edição de janeiro traz ainda uma análise detalhada do Acordo Mercosul–União Europeia, na seção de Economia Setorial, além do artigo de opinião “A Economia Brasileira no Governo Lula III e o Paradoxo do Novo Arcabouço Fiscal”, que aprofunda o debate sobre a política econômica recente.
Cooperação institucional
A divulgação do boletim reforça a parceria entre o Corecon-MG, o IPEAD e o Cofecon, voltada à ampliação do acesso a informações qualificadas sobre a conjuntura econômica e ao fortalecimento do debate público em Minas Gerais e no Brasil.
Acesse aqui, a edição de janeiro do Boletim de Conjuntura Econômica do Ipead.
Concurso Público com Vaga para Economista – Paracatu/MG
O Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) informa a abertura de Concurso Público da Prefeitura Municipal de Paracatu – MG, conforme Edital nº 01/2026, que contempla vaga para o cargo de Economista.
O profissional economista atuará no âmbito da Administração Pública Municipal, desenvolvendo estudos e análises econômicas e socioeconômicas, com foco no planejamento, na formulação de políticas públicas e no apoio à tomada de decisões da gestão municipal. Entre as atribuições previstas estão a elaboração de diagnósticos econômicos, emissão de pareceres técnicos, análise de tendências da economia municipal, acompanhamento de convênios e apoio ao desenvolvimento econômico local.
O Corecon-MG reforça a importância da presença do economista nos quadros do serviço público, contribuindo para uma gestão mais eficiente, transparente e orientada ao desenvolvimento sustentável.
Os interessados devem consultar o edital para informações detalhadas sobre requisitos, atribuições, etapas do concurso, prazos e procedimentos para inscrição.
📄 Edital nº 01/2026 – Prefeitura Municipal de Paracatu/MG
Acesse a página do Concurso, clique aqui.
Cofecon e Corecon-DF celebram posse e reafirmam compromisso com a profissão de economista
O Conselho Federal de Economia (Cofecon) e o Conselho Regional de Economia da 11ª Região (Corecon-DF) realizam, no dia 6 de fevereiro de 2026, às 18h30, na Câmara Legislativa do Distrito Federal, em Brasília, a Solenidade de Posse de suas diretorias e conselhos para o triênio 2026–2028. O evento é aberto ao público e marca um importante momento de continuidade institucional e fortalecimento da atuação da profissão de economista no Brasil.
No âmbito federal, a economista Tania Cristina Teixeira é reconduzida à Presidência do Cofecon para o exercício de 2026, ao lado do vice-presidente João Manoel Gonçalves Barbosa. A recondução reafirma uma gestão pautada pelo diálogo com a sociedade, pelo fortalecimento do Sistema Cofecon/Corecons e pela defesa de uma economia comprometida com o bem-estar coletivo e a responsabilidade social.
No plano regional, a economista Luciana Acioly da Silva segue reconduzida à Presidência do Corecon-DF, tendo como vice-presidente Jusçanio Umbelino de Souza, reforçando o compromisso com o fortalecimento da atuação profissional dos economistas no Distrito Federal.
Durante a solenidade, também tomarão posse os novos conselheiros federais e regionais eleitos para o triênio 2026–2028. No Cofecon, assumem como conselheiros federais efetivos Carlos Magno Andrioli Bittencourt, Flávia Vinhaes Santos, Janine da Silva Alves Bello, Júlio Flávio Gameiro Miragaya, Odilon Guedes Pinto Junior e Wellington Leonardo da Silva, além dos suplentes Gustavo Souto de Noronha, Hudson Garcia da Silva, Josélia Souza de Brito, Kleber Antônio da Costa Mourão, Sergio Roberto Rodrigues e Vicente Ferrer Augusto Gonçalves.
No Corecon-DF, tomam posse como conselheiros regionais efetivos Diones Alves Cerqueira, Eloy Corazza, Jusçanio Umbelino de Souza e Luciana Acioly da Silva, e como suplentes Jackson Silvano de Toni, José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho, Jucemar José Imperatori e Maria Cristina de Araújo.
A programação inclui ainda a entrega das premiações anuais do Sistema Cofecon/Corecons, que reconhecem profissionais e instituições pelo impacto positivo gerado à sociedade, pelo fortalecimento da ciência econômica e pela promoção da economia solidária.
Premiações do Sistema Cofecon/Corecons
A solenidade será marcada, ainda, pela entrega das premiações anuais do Sistema Cofecon/Corecons, iniciativa que reconhece profissionais, instituições e projetos que se destacam pela contribuição ao desenvolvimento econômico do país, pelo fortalecimento da ciência econômica e pela promoção da responsabilidade social, da economia solidária e do debate público qualificado.
Em 2026, serão homenageados Aloizio Mercadante, com o título de Personalidade Econômica do Ano; Luciana Mendes Santos Servo, na categoria Mulher Economista do Ano; o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como Destaque Econômico do Ano – Modalidade Desempenho Técnico; a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), como Destaque Econômico do Ano – Modalidade Academia; e o ICL Notícias, como Destaque Econômico do Ano – Modalidade Mídia. Também será concedido o prêmio Mulher Transformadora do Ano a Nelsa Inês Fabian Nespolo, em reconhecimento à sua trajetória e atuação social.
Na ocasião, serão entregues ainda os prêmios da 4ª edição do Prêmio Paul Singer de Boas Práticas Acadêmicas, que valoriza iniciativas acadêmicas comprometidas com a transformação social e o desenvolvimento econômico. Na categoria Assessoramento de Projetos, será homenageada Sibelle Cornélio Diniz, da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (Face/UFMG). Já na categoria Artigo Científico, o reconhecimento será concedido a Isabel Pessoa de Arruda Raposo, da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
Serviço
📍 Solenidade de Posse do Cofecon e do Corecon-DF
📅 6 de fevereiro de 2026
⏰ 18h30
📌 Câmara Legislativa do Distrito Federal – Brasília
🎟️ Evento aberto ao público
Os temas centrais da economia brasileira na nova Revista Economistas
Nova edição aprofunda debates sobre inovação, desenvolvimento econômico e atualização profissional.
O Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) informa que está disponível a edição nº 58 da Revista Economistas, publicação institucional que reúne artigos, entrevistas e reportagens voltadas ao debate sobre inovação, desenvolvimento econômico e atualização profissional.
A nova edição aprofunda reflexões sobre os desafios atuais da economia brasileira, abordando temas estratégicos para a atuação profissional e para a formulação de políticas públicas. Entre os destaques estão as entrevistas exclusivas com os deputados que lideraram a aprovação do Projeto de Lei nº 3.178/2024, trazendo análises sobre seus impactos e desdobramentos.
A revista conta ainda com entrevista com o economista Carlos Gadelha, que analisa o papel estratégico do complexo econômico-industrial da saúde no desenvolvimento nacional, ressaltando sua importância para a inovação, a soberania produtiva e a geração de empregos qualificados.
A atual edição apresenta também a 4ª edição do Caderno Especial de Economia Solidária, espaço dedicado à reflexão sobre experiências, políticas e iniciativas voltadas à promoção do desenvolvimento inclusivo e sustentável.
A Revista Economistas reafirma-se como um importante instrumento de difusão de conhecimento, contribuindo para o fortalecimento do debate econômico e da atuação profissional dos economistas.
👉 Acesse a Revista Economistas nº 58 aqui.
👉 Confira o Caderno Especial de Economia Solidária, acesse aqui.
👉 Leia aqui a matéria em destaque.
Corecon-MG divulga Boletim IPEAD de Conjuntura Econômica de Dezembro/2025
O Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) informa que já está disponível a edição de dezembro/2025 do Boletim de Conjuntura Econômica do IPEAD, publicação que apresenta análises atualizadas sobre o desempenho da economia brasileira, mineira e internacional.
Entre os destaques desta edição está o mercado de trabalho brasileiro, que registrou a menor taxa de desemprego da série histórica (5,4%), além de novo recorde da população ocupada. No campo da atividade econômica, o Boletim aponta crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre, impulsionado principalmente pela indústria e pelas exportações.
Em Minas Gerais, a produção industrial apresentou crescimento de 2,1% no mês de outubro, desempenho superior à média nacional, evidenciando a relevância do setor industrial para a economia estadual.
O Boletim também analisa o cenário econômico internacional, com destaque para a desaceleração da economia dos Estados Unidos, as decisões recentes de política monetária do Federal Reserve, do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra, além do desempenho da economia chinesa e da queda histórica da inflação na Argentina.
No que se refere aos preços, a publicação registra a variação de 0,18% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em novembro, bem como a redução de 2,14% no valor da cesta básica em Belo Horizonte.
A edição de dezembro traz ainda um balanço do desempenho econômico de 2025 e as perspectivas para 2026, no Brasil e no contexto internacional. Como estudo de caso, o Boletim apresenta uma análise sobre a dívida pública do Estado de Minas Gerais, abordando os desafios enfrentados pelos governos estaduais.
O Boletim de Conjuntura Econômica do IPEAD constitui importante instrumento de informação e análise para economistas, gestores públicos, pesquisadores e demais interessados.
Acesse o Boletim completo aqui.
O prazo para entrega de declaração de suspeição ao COAF, se encerra em 31 de janeiro
Pessoas físicas e jurídicas registradas no sistema Cofecon/Corecons que trabalham com Economia e Finanças, exercendo atividades listadas no artigo 9º da Lei nº 9.613/1998, têm até o dia 31 de janeiro de 2026 para informar ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) sobre casos de suspeição observados em 2025.
As situações de suspeição estão relacionadas na Resolução Cofecon nº 1.902/2013 e devem ser comunicadas por meio da plataforma Siscoaf, conforme orientações disponíveis no manual de acesso.
Caso a pessoa físic
a ou jurídica, não tenha identificado casos de suspeição no ano anterior, deverá comunicar ao Corecon em que encontra-se registrada, por meio da Comunicação de Não Ocorrência (CNO), também até o próximo dia 31 de janeiro. A CNO pode ser redigida conforme modelo sugerido pelo Cofecon e enviada ao Corecon-MG pelo o e-mail ascom@corecon-mg.org.br.
Tais determinações estão previstas na Lei nº 9.613/1998 e visam combater crimes de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores e prevenir a utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos na Lei.








