Conselheiro do Corecon-MG, Gabriel Vaz, comenta sobre a abertura de empresas em Minas no Diário do Comércio

Confira a análise de Gabriel Vaz, conselheiro do Corecon-MG, sobre o recente saldo positivo na abertura de empresas em Minas Gerais, como destacado no Diário do Comércio. Até abril de 2024, Minas Gerais testemunhou a abertura de 153.538 empresas, ultrapassando em 1,29% o saldo do mesmo período de 2023. Com um total de 2.326.017 empresas ativas, o estado mostra sinais de um ambiente empresarial dinâmico e promissor.

Gabriel Vaz destaca que, apesar de uma elevação na taxa Selic para 10%, o que pode aumentar o custo de crédito, as projeções econômicas para 2024 são encorajadoras. Segundo o Boletim Focus do Banco Central, esperamos uma inflação de 3,80% e um crescimento do PIB de 2,05%, indicando uma expansão econômica moderada, mas estável.

Além disso, a expectativa de um aumento substancial de US$ 70 bilhões em investimento direto para 2024 reflete a confiança dos investidores no potencial do mercado brasileiro.

Leia matéria na íntegra, acesse aqui.

Codevasf abre vagas para Economistas

A Codevasf publicou na última terça-feira (14/05) edital de concurso para preenchimento de vagas de nível superior e formação de cadastro reserva, incluindo vagas para Analista em Desenvolvimento Regional na área de Economia.

O concurso é organizado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Produção de Eventos (Cebraspe). As inscrições devem ser efetuadas entre 20 de maio e 10 de junho pelo site do Cebraspe. Acesse o edital no Diário Oficial da União, aqui

As provas serão realizadas na data provável de 4 de agosto, em várias cidades do país e também em Montes Claros/MG. O salário inicial é de R$ 9.065,95.

A Codevasf

Criada pela Lei nº 6.088/1974, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) é uma empresa pública federal vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). Ela tem como missão “promover o desenvolvimento regional de forma integrada e sustentável nas bacias hidrográficas, contribuindo para a redução das desigualdades”.

A Companhia possui sede em Brasília e mantém 16 superintendências regionais em sua área de atuação, que alcança 36,6% do território brasileiro, onde estão situados 2.688 municípios. A Empresa executa políticas públicas nas áreas de infraestrutura, segurança hídrica, agricultura irrigada, revitalização de bacias hidrográficas e economia sustentável.

As ações da Codevasf incluem a implantação de projetos de irrigação; a realização de obras como canais, adutoras, sistemas de abastecimento e sistemas de esgotamento sanitário; o atendimento a comunidades rurais difusas, com a instalação de poços e cisternas; a revitalização do meio ambiente, com contenção de processos erosivos e repovoamento de rios com peixes de espécies nativas; e o suporte a atividades produtivas, como a agricultura familiar, a piscicultura e a apicultura. Saiba mais sobre a Companhia, acesse aqui.

Amanhã é dia de Live: Complexo Econômico Industrial de Saúde Brasileiro

A conselheira do CORECON-MG, Beatriz Barros, doutoranda em Economia pelo Cedeplar/UFMG e pesquisadora do GEESC é a convidada do Corecon Acadêmico MG para a live desta quinta-feira, 16/05, às 19 h, sobre o Complexo Econômico Industrial de Saúde Brasileiro.

Pretende-se realizar uma discussão enriquecedora sobre a Economia da Saúde no Brasil, com foco em Avaliação de Tecnologias, Desenvolvimento Econômico, Avaliação de Políticas Públicas e Desigualdades Sociais.

A convidada Beatriz Barros

Graduada em Economia pela UFRRJ, nascida e criada na Baixada Fluminense do RJ. Mestra em Economia Aplicada pela Unifal-Mg, onde foi Pesquisadora do Programa Especial de Cooperação com o Ministério da Saúde e desenvolveu sua Dissertação sobre o Custo do Tratamento de Determinadas doenças em pacientes obesos. Atualmente, é doutoranda em Economia do Cedeplar/UFMG, pesquisadora do GEESC, Diretora do Sindecon e Conselheira do CORECON. Sua Tese é sobre o Complexo Econômico Industrial de Saúde e se debruça nos assuntos relacionados à Economia da Saúde, Avaliação de Tecnologias em Saúde, Desenvolvimento Econômico, Avaliação de Políticas Públicas e Desigualdades Sociais.

📍 Transmissão: Canal do YouTube @coreconacademicomg

✅ Haverá emissão de certificado!
#coreconacademicomg #coreconmg #industria #saude #sus #cofecon

Integrantes do COP-MG se reúnem com o deputado estadual, Lucas Lasmar

Ontem, 08 de maio, a presidente do Corecon-MG, Valquíria Assis, participou de reunião com os membros dos Conselhos e Ordens Profissionais de Minas Gerais (COP-MG) e o Deputado Estadual Lucas.

Junto ao deputado, foram levantadas e discutidas propostas relevantes para o avanço e a valorização dos profissionais no estado. O deputado acolheu as propostas e disse que irá analisá-las.

Representantes dos seguintes conselhos estiveram presentes: Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Minas Gerais (CAU/MG), Conselho Regional de Biologia – 4ª Região (CRBio-04),Conselho Regional de Educação Física da 6ª Região (CREF6/MG), Conselho Regional de Serviço Social de Minas Gerais (CRESS-MG), Conselho Regional de Fonoaudiologia (Crefono 6),Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM), Conselho Regional de Nutricionistas da 9ª Região (CRN9), Ordem dos Advogados (OAB-MG),Conselho Regional de Biblioteconomia Região da 6ª Região (CRB-6),Conselho Regional de Administração (CRAMG). Conselho Regional de Odontologia (CRO-MG).

Os presentes saíram certos de que juntos é possível trabalhar por um futuro melhor para as classes profissionais.

#COPMG #CORECONMG #AvançoProfissional #minasgerais

Cofecon divulga carta de apoio dos economistas às populações atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul

O Brasil inteiro tem acompanhado, nos últimos dias, os desdobramentos do desastre climático de extrema gravidade que atingiu mais de 70% municípios do estado do Rio Grande do Sul. O quadro é desolador: o transbordamento de vários rios – entre eles o Taquari, Sinos, Gravataí, Caí, Jacuí e Ibicuí – alagou e devastou diversas cidades, além de deixar outras várias em condição de isolamento. Quando as águas chegaram ao Guaíba, provocaram a maior enchente já noticiada na história da capital gaúcha. Há cidades que ficaram completamente inundadas. 

Até esta segunda-feira (06), foram registradas mais de 80 mortes, além de 110 pessoas desaparecidas; cerca de 150 mil estão fora de suas casas e outras mais de 850 mil estão, de alguma forma, afetadas; além das interrupções em serviços de fornecimento de luz e água, há diversos danos em infraestruturas como estradas, pontes e barragens; o aeroporto Salgado Filho encontra-se alagado, com previsão de que assim permaneça por mais alguns dias; e milhares de pessoas perderam suas casas, seus animais, suas plantações e tudo o que tinham.  

Neste momento de dor, a participação dos economistas brasileiros é de suma importância. Uma tragédia de tamanha proporção só pode ser enfrentada a partir da união e solidariedade de todos os brasileiros. Por isso, o Conselho Federal de Economia e o Conselho Regional de Economia do Rio Grande do Sul conclamam a todos economistas a apoiarem os gaúchos nos esforços de mitigação dos efeitos climáticos e de reconstrução do estado.  

O Cofecon e o Corecon-RS solicitam que as doações sejam feitas nas formas indicadas pelos governos federal e estadual. Entre os canais disponibilizados pelo governo federal está a Força Aérea Brasileira (FAB), que receberá doações (inicialmente de roupas, colchonetes, água potável e alimentos não perecíveis) nas bases aéreas de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. O Palácio do Planalto também pediu aos governadores que centralizem as doações em suas unidades do Corpo de Bombeiros. 

A doação também pode ser realizada por meio da chave Pix oficial do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, com o CNPJ 92.958.800/0001-38. No destinatário, deve aparecer o nome “SOS Rio Grande do Sul”, e a instituição financeira é o Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). O governo estadual informa que cerca de R$ 38 milhões foram doados por este canal e que os recursos serão direcionados para apoio humanitário às comunidades afetadas pelas enchentes.  

Juntos, haveremos de reconstruir tudo aquilo que foi destruído pelas enchentes e a sociedade saberá que pode contar com a participação de todos, bem como com o trabalho e a solidariedade dos economistas brasileiros. 

Paulo Dantas da Costa
Presidente do Cofecon

Bruno Nogueira Lanzer
Presidente do Corecon-RS

As inscrições para o XXX Prêmio Brasil de Economia estão abertas

               

 

A 30ª edição do Prêmio Brasil de Economia (PBE), principal premiação voltada para profissionais e estudantes das Ciências Econômicas está com as inscrições abertas. Os interessados podem se inscrever gratuitamente até o dia 15 de agosto de 2024 por meio do site www.cofecon.org.br/pbe/

São aceitos trabalhos em quatro categorias: Livro de Economia, Artigo Técnico/Científico, Artigo Temático e Monografia de Graduação. Ao todo, são R$ 19 mil em prêmios. A solenidade de premiação acontecerá em data a ser fixada pelo Conselho Federal de Economia.

O PBE tem como objetivo incentivar a investigação econômica em geral e estimular economistas e estudantes de economia a desenvolverem pesquisas voltadas para o conhecimento da realidade brasileira. 

Categorias

Livro de Economia: Os interessados em concorrer nesta categoria, que pagará R$ 8 mil ao primeiro colocado, devem encaminhar versão digital ou física do livro publicado entre janeiro de 2023 e a data da inscrição. O segundo e o terceiro colocados receberão menções honrosas.

Artigo Técnico/Artigo Científico: A categoria oferece o prêmio de R$ 4 mil ao primeiro colocado e menções honrosas ao segundo e terceiro. Os artigos devem ter sido publicados em revista científica nacional ou internacional entre janeiro de 2023 e a data da inscrição. Serão aceitos trabalhos com no máximo 30 páginas, incluindo título, resumo, introdução, desenvolvimento, conclusões e referências bibliográfica.

Artigo Temático: Os artigos temáticos são normalmente produzidos com exclusividade para participação no PBE. O tema em 2024 é “Memórias e Futuro da Economia Brasileira” e o primeiro colocado recebe R$ 3 mil de premiação. O segundo e o terceiro recebem menções honrosas.

Monografias: Na categoria para estudantes de Economia, a inscrição é feita a partir dos Corecons de cada Estado, com base na realização dos certames regionais. Cada Conselho Regional inscreve o trabalho classificado em primeiro lugar no último concurso realizado. O prêmio para a melhor monografia é de R$ 3 mil, além de R$ 1 mil para a segunda colocada e menções honrosas para a terceira, quarta e quinta colocadas.

Inscrições: Até 15 de agosto de 2024, de forma gratuita, no site www.cofecon.org.br/pbe/.

Premiação: Ao todo, R$ 19 mil

Categorias: Livro de Economia, Artigo Técnico/Científico, Monografia de Graduação e Artigo Temático: “Memórias e Futuro da Economia Brasileira”

Vem aí o 9º Desafio Quero Ser Economista

Vem aí nona edição do Desafio Quero Ser Economista, uma competição online que apresenta conceitos básicos de economia e da profissão de economista a alunos do ensino médio! As inscrições não têm custo estarão abertas entre 20 de maio e 07 de junho por meio do site www.desafioquerosereconomista.org.br/. A competição distribuirá prêmios de R$ 2 mil para o primeiro colocado, R$ 1,5 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro. Os demais classificados até o décimo lugar receberão menções honrosas.

O desafio é aberto para estudantes regularmente matriculados em instituições de ensino médio de todo o Brasil.

A competição se desenvolverá na página do Desafio, onde os participantes também encontrarão todas as informações necessárias (inscrições, regulamento, guia do participante e perguntas frequentes). A primeira fase será realizada nos dias 10 a 21 de junho, quando os jogadores deverão responder perguntas sobre temas variados referentes à economia e à profissão de economista.

Ao final das primeiras duas semanas de jogo, os 30 primeiros colocados serão classificados para a grande final, na qual deverão gravar um vídeo. Cinco avaliadores julgarão os vídeos e, de acordo com cada uma das avaliações, receberão uma quantidade de pontos que definirá os vencedores.

Novidades

A edição de 2024 do Desafio Quero Ser Economista tem como principal novidade a mudança no sistema de jogo e de pontuação. Enquanto as edições anteriores tinham uma pergunta diária, neste ano os participantes acessarão um jogo contendo várias perguntas por dia, cada uma delas valendo um determinado número de pontos. Também haverá um bônus de tempo para os que responderem mais rapidamente, tornando o sistema mais dinâmico e evitando a situação na qual múltiplos jogadores ficavam empatados durante toda a competição.

Ao todo, seis tipos de jogos serão usados para medir os conhecimentos: anagrama, forca, game show, questionário, associação e palavras cruzadas. Cada um deles terá suas particularidades quanto à apresentação das perguntas e seus bônus e penalizações. Informações mais detalhadas sobre cada um podem ser acessadas no site do Desafio.

A forma de classificação para a final também foi alterada. Em anos anteriores, os vídeos precisavam obter um número de curtidas e comentários nas redes sociais do Desafio. Desta vez, apenas os 30 primeiros colocados deverão gravar os vídeos, que serão avaliados pela Comissão e pontuados de acordo com a classificação dada pelos avaliadores.

A primeira fase, que tinha a duração de três semanas, neste ano terá apenas duas. Esta novidade, aliada ao aumento do número de perguntas e à pontuação, tornará a competição mais rápida e intensa, estimulando a participação de mais estudantes.

Serviço

9º Desafio Quero Ser Economista

https://www.desafioquerosereconomista.org.br/

Inscrições: 20/05 a 07/06 (gratuitas)

Competição: de 10 a 28 de junho

Prêmios: R$ 4,5 mil (1º lugar: R$ 2 mil; 2º lugar: R$ 1,5 mil; 3º lugar: R$ 1 mil)

Vencedores anteriores

2023: Bárbara da Costa Galvão (Cariacica/ES)
2022: Milena Rafaela Duarte Farias de Lima (João Alfredo/PE)
2021: Gabriela Lima de Sousa (São Paulo/SP)
2020: Lídia Nataly Santos Sousa (Belo Horizonte/MG)
2019: Giulia Santos (São Paulo/SP)
2018: Pedro Kurth (Rio do Sul/SC)
2017: Lídice França (Praia Grande/SP)
2016: Jarde Rodrigues (Caruaru/PE)

Corecon-MG realiza posse de novos conselheiros e abre o IV Seminário de Estudantes de Economia de Minas Gerais

No auditório lotado da AFFEMG, o Corecon-MG realizou nesta sexta-feira, 26 de abril, a celebração de posse dos novos conselheiros e conselheiras, da vice-presidente e da presidente, simultaneamente à abertura do IV Seminário de Estudantes de Economia de Minas Gerais “Raízes e Horizontes: a Economia de Minas Gerais em Pauta”. 

Neste ano, o Corecon-MG celebra um marco significativo, seus 59 anos de fundação. Ao longo de quase seis décadas, tem desempenhado um papel essencial na fiscalização e regulamentação da prática econômica em todo o estado de Minas Gerais.

Foram empossados os economistas Alzira Alice de Souza, Emanuele Araújo da Silveira, Francisco Horácio Pereira de Oliveira, Gabriel Vaz de Oliveira e Lourival Batista de Oliveira. Tomaram posse também Carolina Rocha Batista como vice-presidente e Valquíria Assis, como presidente.

Para a conselheira Alzira Alice, estar com o auditório cheio é uma imensa alegria. “Casa cheia é sinal de que a juventude está preocupada com os rumos do estado e do país”, disse. Alice ainda reforça a importância da participação dos estudantes nos debates sobre as possibilidades e caminhos para a economia. “A economia é um jeito de fazer o bem, de perseguir o coletivo, pois não se faz economia sozinho”.

O conselheiro Gabriel Vaz, representante mais jovem a assumir a gestão, agradeceu a oportunidade. “Eu, assim como vocês, recém-formado, buscamos nossos espaços. E com a presidente Valquíria a gente encontra esse lugar. Então, muito obrigado, presidente Valquíria”, declarou Vaz.

A conselheira Emanuelle Silveira recordou sua trajetória. “Tinha acabado de me formar e [Corecon-MG] foi um lugar, que me acolheu também na economista que eu quis ser, que é uma economista voltada para o terceiro setor. Então, agradeço também a todos os conselheiros por me apoiarem nessa escolha e sempre caminharem juntos comigo”, colocou Silveira.

Franscisco Horácio reforçou a relevância do IV Seminário. “É  muito bom ver vocês, alunos, juntos, assim, num evento para prestigiar, escutar, discutir, debater os temas de economia, e é muito importante, não só para a formação de vocês, como reverbera na sociedade de uma forma que, às vezes, a gente não percebe”, completou Horácio. 

Explica que quando eventos como o IV Seminário, que permite discutir temas da economia mineira e do Brasil tão importantes como os que vão ser discutidos, favorece a formação de uma massa crítica, um pensamento que possa, criar alternativas para o desenvolvimento do país.

Na pessoa da presidente do Corecon Acadêmico, Júlia Cardoso, Horácio parabenizou os estudantes.

Valquiria Assis, presidente do Corecon- MG, entregou os certificados de posse aos conselheiros e conselheiras e à Vice-presidente.

 

 

 

IV Seminário de Estudantes de Economia de Minas Gerais

O IV Seminário dos Estudantes de Economia é uma iniciativa conjunta do sistema COFECOM, CORECOM-MG e CORECOM-Acadêmico e contou com o patrocínio de importantes entidades, incluindo o Sindicato de Economistas de Minas Gerais, o Sindicato dos Petroleiros e a Associação dos Funcionários Auditores Fiscais do estado de Minas Gerais.

A mesa foi composta pelo diretor do Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais, Anselmo Luciano da Silva Braga, Breno Leando do Carmo Corrêa, presidente do Sindicato dos Economistas de Minas Gerais, Sr. Antônio dos Santos Magalhães, presidente do CORECON-RJ, Júlia Silva Cardoso, presidente do Corecon-Acadêmico, Carolina Rocha Batista, vice-presidente, Tânia Cristina Teixeira, conselheira Federal e representante do presidente do Cofecon e Valquíria Aparecida Assis, presidente do Corecon-MG.

  Anselmo esclareceu que os petroleiros defendem uma Petrobrás pública e acham, inclusive, que nunca foi tão importante pro Brasil ter uma petroleira pública como é agora, nesse momento de transição de governo”. 

Breno Leandro, presidente do Sindicato dos Economistas de Minas Gerais, enfatizou que o Corecon ganha muito com os novos conselheiros e elogiou a organização do Corecon Acadêmico para o IV Seminário. Falou também da relevante parceria do sindicato dos economistas e o Conselho de Economia. “O Corecon tem o papel de proteger a sociedade, de garantir que quem atua como economista seja realmente apto para a atuação. E o sindicato dos economistas cumpre o papel de estabelecer acordos coletivos de trabalho entre os economistas e as empresas, na busca da valorização dos salários, na valorização da qualidade do trabalho”. Lembra que “a soma do Conselho e do sindicato acontece, obviamente, na valorização do profissional de economista, na valorização da profissão”, concluiu. 

Antônio dos Santos Magalhães disse da busca incessante do Corecon-RJ por eventos como o do IV Seminário. Segundo Magalhães, já houve ataques aos conselhos na tentativa de retirar a defesa da profissão. “Estou inserido nessa luta há muitos anos, muitos anos. Quando a gente entra no conselho, a gente vê muita coisa. Muita coisa que está acontecendo com as atividades, o que está acontecendo lá em Brasília”. Finalizou: “vocês estão no caminho certo, a economia é uma profissão magnífica, uma profissão apaixonante”.

 

Para a presidente do Corecon Acadêmico, Júlia Cardoso, o IV Seminário representa uma oportunidade para fortalecer os laços entre os futuros profissionais da nossa área e para promover discussões sobre os desafios e oportunidades que permeiam o campo da economia. Expressou sua satisfação em participar da mesa e de testemunhar o engajamento e o entusiasmo dos jovens ali reunidos. “Estou confiante de que as discussões e reflexões que surgirão aqui contribuirão significativamente para o aprimoramento de nossos conhecimentos e para o fortalecimento do nosso compromisso com uma economia mais justa e igualitária”. Expôs sua gratidão a todos os envolvidos na organização do evento.

Declarou seu desejo para o 4º Seminário: “Que este evento motive os estudantes a enfrentar os desafios que os aguardam, conscientes de que serão agentes de transformação e construtores de um futuro mais próspero e saudável para todos”.

Carolina Rocha Batista, vice-presidente do Corecon-MG, alegrou-se com a participação dos estudantes, assim como dos professores e colegas de profissão. “Exercer a profissão de economista, de acordo com as palavras de quem eu tanto admiro, a nossa querida Maria da Conceição Tavares, exige muita dedicação e abrir mão dos nossos interesses pessoais”. Completou: “a profissão exige que cada um de nós dedique-se para contribuir com o desenvolvimento do nosso país, para combater a desigualdade, para melhorar a nossa qualidade de vida, não só a nossa, mas de todos que mais precisam”. Para Batista, o país vive uma polarização e o debate técnico como economista está sendo apagado. “A casa está aberta para todos. Quando se formarem, associem-se ao Conselho. Vamos fortalecer esse debate para voltarmos a um debate político saudável, porque a política faz parte da nossa profissão. Nós precisamos formar grandes economistas, para tirar o nosso país da posição que vivenciamos hoje, melhorar nossos discursos técnicos”, concluiu Batista.

Tania comentou da parceria com a Associação dos Funcionários Fiscais do Estado de Minas Gerais (AFFEMG) que acolheu o evento, uma parceria que até então parecia muito longínqua e distante. “Temos que unificar as associações, os conselhos, os sindicatos, as federações, nessa construção de um Estado democrático de direito que permita que todos que puderem e quiserem desenvolvam suas potencialidades, suas capacidades, e se construam dentro de um Estado tão frutífero como o nosso e que a gente está tentando consolidar”, afirmou. 

Valquiria Assis, presidente do Corecon-MG, declarou seu contentamento em receber a todos para IV Seminário de Estudantes de Economia de Minas Gerais, agradeceu a Presidente da AFFEMG, Sara Félix, por ter cedido o espaço que possibilitou o encontro, o Professor Fred, a professora Paula Collares, os conselheiros empossados, a parceria com o Corecon Rio de Janeiro.

Disse que a profissão de economista é muito encantadora, muito emocionante, mas também muito desafiadora. “Vocês terão a oportunidade de discutir sobre o regime de recuperação fiscal, discutir sobre o que é a reforma, o que é a nova política industrial, e discutir a economia regional”. Lembrou que o Conselho Regional, a profissão do economista em Minas Gerais, está completando 59 anos.