Resolução define valores de anuidades, multas e emolumentos devidos ao Corecon-MG no exercício de 2022

Nas próximas semanas, o Corecon-MG enviará aos profissionais e empresas registradas, pelos correios, o carnê para pagamento da anuidade referente ao exercício de 2022, cuja quitação é obrigatória segundo as Leis nº 1.411/51 e nº 12.514/11.

Por meio da Resolução nº 154, de 12 de novembro de 2021, o Conselho estabelece os valores das anuidades, multas e emolumentos devidos à autarquia, por pessoas físicas e jurídicas, que serão praticados no próximo ano.

O documento também determina descontos para pagamentos antecipados e em cota única das anuidades, sendo: 10% de desconto para pagamentos efetuados até 31/01/2022 e 5% de desconto para pagamentos efetuados até 28/02/2022.

As anuidades também podem ser pagas em três parcelas, iguais e consecutivas, através do carnê enviado, ou por meio de cartões de crédito e de débito, pelo telefone.

Para pagar, negociar ou esclarecer dúvidas, basta entrar em contato com o setor de Cobrança do Corecon-MG: (31) 3261-5806 – Opção 2 | (31) 9 9391-0396 (atendimento das 13h às 18h em dias úteis, via ligação ou WhatsApp) | cobranca@corecon-mg.org.br

Confira aqui os valores das anuidades devidas ao Corecon-MG no exercício de 2022.
Acesse a Resolução nº 154, de 12 de novembro de 2021, na íntegra.

Corecon-MG anuncia vencedores do XXXIII Prêmio Minas de Economia

Está disponível o resultado do XXXIII Prêmio Minas de Economia, concurso que contempla as três melhores monografias dos cursos de graduação em Ciências Econômicas e Relações Econômicas Internacionais, produzidas e aprovadas em faculdades mineiras.

A premiação é promovida anualmente pelo Corecon-MG, desde 1998, sempre com participação e apoio do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Em 2021, pela segunda vez, as inscrições ocorreram virtualmente, entre os dias 1º de junho a 31 de agosto.

Foram inscritos 28 trabalhos, indicados pelas Universidades Federais de Juiz de Fora (UFJF), Juiz de Fora campus Governador Valadares (UFJF/GV), Minas Gerais (UFMG), Montes Claros (Unimontes), Ouro Preto (UFOP), São João Del Rei (UFSJ), Uberlândia (UFU), Viçosa (UFV), dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas).

A avaliação das monografias participantes foi feita por comissão julgadora composta pelos professores doutores Cândido Luiz de Lima Fernandes (IPEAD/UFMG), Ronaldo Nazaré (UFMG/UFOP) e Nathalia Sbarai (UFVJM).

Os contemplados fazem jus a prêmios de R$ 8.000,00 (1º lugar), R$ 5.000,00 (2º lugar) e R$ 2.000,00 (3º lugar). A cerimônia de premiação ocorrerá no próximo mês de dezembro, em dia e horário ainda a serem definidos.

Confira aqui o quadro de trabalhos premiados.

Confira o resultado das Eleições 2021 do Corecon-MG e do Sistema Cofecon/Corecons

Entre os dias 27 e 29 de outubro de 2021, os Conselhos Regionais de Economia de todo o Brasil realizaram eleições virtuais, com o objetivo de renovar um terço de seus conselheiros, escolher delegados eleitores efetivos e suplentes para votarem nas eleições do Conselho Federal de Economia (Cofecon) e realizar consulta para presidentes e vice-presidentes para a gestão de 2022.

Durante este período, todos os profissionais registrados nos Corecons, adimplentes e remidos, puderam exercer seu voto através do site www.votaeconomista.org.br, ajudando a escolher aqueles que representarão a classe dos economistas em seus respectivos estados.

Em Minas Gerais, foram 325 votos computados na chapa “Desenvolvimento, trabalho e cidadania”, a única que pleiteou as eleições 2021 do Corecon-MG. Na tabela abaixo, é possível conferir o resultado da apuração dos votos obtidos.

Todo o processo de apuração foi acompanhado por auditoria externa e transmitido ao vivo pelo canal do Cofecon no YouTube, garantindo a legalidade da votação. Além disso, prezando por um processo transparente e cumprindo com os protocolos determinados pelo edital de convocação e pelo calendário eleitoral, o Corecon-MG publicou em seu portal todos os documentos relativos às eleições deste ano, os quais podem ser conferidos aqui.

Confira abaixo o resultado das eleições nos demais estados ou acesse o site do Cofecon.

Nota de pesar pelo falecimento do economista Lúcio Marcos Bemquerer

Foto: Reprodução/Fundação Dom Cabral

Com grande pesar, o Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) tomou conhecimento do falecimento do empresário e economista mineiro Lúcio Marcos Bemquerer, ocorrido no último sábado, dia 23 de outubro.

Destacado homem de negócios, Lúcio Marcos Bemquerer foi sócio da empresa Prosper Consultoria e diretor da Arcelor Mittal, além de presidente da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais (ACMinas) e da Federação das Associações Comerciais do estado (FederaMinas).

O economista também foi diretor executivo do Fórum de Líderes Empresariais da Gazeta Mercantil, membro do Conselho Curador da Fundação Dom Cabral e um dos diretores da Revista Encontro, publicação de negócios com sede na cidade de Montes Claros.

Bemquerer ainda ficou conhecido por ter construído um grande presépio natalino em sua cidade natal, Grão Mogol, ajudando a movimentar o turismo na região. Composto de 16 peças em tamanho natural, situadas em uma área de 3,6 mil m2, o Presépio Mãos de Deus foi projetado para ser o maior presépio a céu aberto do mundo.

Como reconhecimento por seu relevante trabalho, recebeu diversas homenagens, tais como: a Comenda do Mérito Arthur Bernardes, concedida pela Associação Comercial de Viçosa; o Colar do Mérito da Corte de Contas Ministro José Maria de Alkimim; e o título de cidadão honorário de Belo Horizonte.

O Corecon-MG lamenta a inestimável perda de Lúcio Marcos Bemquerer, solidarizando-se com a dor de seus amigos e familiares, e reverencia o extenso legado deixado pelo economista ao longo de sua trajetória.

Corecon-MG participa de homenagem da COP-MG a deputados que apoiaram retirada da PEC 108/2019

Foto: Reprodução/CREA-MG

O Conselho Regional de Economia (Corecon-MG) participou de homenagem aos deputados que trabalharam para retirada da PEC 108/2019, promovida no último dia 1º de outubro pelos Conselhos e Ordens Profissionais de Minas Gerais (COP-MG). Na ocasião, o Corecon-MG foi representado pelo seu vice-presidente, economista Gustavo Aguiar Pinto, e pelo conselheiro regional Paulo Roberto Paixão Bretas.

A PEC 108/2019, retirada pelo governo federal no dia 2 de setembro, pretendia alterar a natureza jurídica dos conselhos de classe, desobrigando o registro profissional para diversas categorias. Graças ao engajamento e articulação dos conselhos junto a parlamentares, a proposta não prosperou.

Da direita para a esquerda, vice-presidente do Corecon-MG, economista Gustavo Aguiar Pinto, junto ao deputado federal Rogério Corrêa e ao presidente do CREA-MG, Lúcio Borges. Foto: Co

“Quando a PEC foi apresentada e vimos os perigos para os profissionais e para a sociedade, nossa ação foi a de procurar os nossos colegas parlamentares. Então, começamos a lutar”, lembrou o presidente do COP-MG e do Conselho Regional de Administração de Minas Gerais (CRA-MG), Jehu de Aguilar Filho.

Já a presidente do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas (CONRERP 3ª Região), Anita Cardoso, destacou união dos conselhos. “Temos certeza da força do nosso trabalho e da força das alianças necessárias para o bem maior, que é a proteção da sociedade”, ressaltou.

Por sua vez, a presidente Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais (CRP-MG), Lourdes Machado, falou da importância do trabalho conjunto com os deputados. “A solenidade marca, de uma forma potente e necessária, a parceria com o parlamento e também com todos os outros conselhos profissionais”, afirmou.

Receberam a placa de homenagem os deputados federais de Minas Gerais, Rogério Correia e Domingos Sávio, os deputados estaduais Dalmo Ribeiro, André Quintão, Celinho do Sintrocel e Ana Paula Siqueira.

Com informações do CREA-MG

Portaria do Cofecon atualiza valor-piso da hora de trabalho dos economistas

O Conselho Federal de Economia (Cofecon) atualizou para R$ 438,00 o Valor-piso da Hora de Trabalho de Economia (VHTE). A atualização foi oficializada por meio da publicação da Portaria nº 31, de 1º de setembro de 2021, no Diário Oficial da União do último dia 9 de setembro.

O reajuste ocorre anualmente segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Neste ano, considerou-se o indicador do período de agosto de 2021 a julho de 2021, fixado em 8,994650 %. O valor anterior do VHTE era de R$ 393,00, conforme determinado pela Portaria nº 25, de 1º de setembro de 2020.

O Valor-piso da Hora de Trabalho de Economia foi instituído pela Resolução nº 1.868, de 31 de março de 2012, do Cofecon, que define ainda as bases referenciais para valoração dos honorários por serviços prestados por economistas profissionais e por empresas prestadoras de serviços de economia e finanças.

Confira abaixo a Portaria nº 31, de 1º de setembro de 2021, na íntegra:

PORTARIA Nº 31, DE 1º DE SETEMBRO DE 2021

Reajusta o Valor-piso da Hora de Trabalho do Economista (VHTE) pelo IPCA/IBGE).

O PRESIDENTE DO CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA, no uso de suas atribuições legais e disposições regulamentares conferidas pela Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951, Decreto nº 31.794, de 17 de novembro de 1952, Lei nº 6.021, de 3 de janeiro de 1974, Lei nº 6.537, de 19 de junho de 1978, e o que consta no Processo nº 16.585/2014;

CONSIDERANDO que o § 2º do artigo 3º da Resolução 1.868/2012, publicada no DOU nº 69, Seção 1, de 10 de abril de 2012, Páginas: 141 e 142, estabelece que o Valor da Hora de Trabalho do Economista (VHTE) terá seu valor-piso reajustado, por ato do Presidente do Cofecon, no mês de agosto de cada ano, com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IPCA/IBGE), no período compreendido entre os meses de agosto do ano anterior e julho do ano em curso, desprezando-se os centavos do cálculo resultante;

CONSIDERANDO que o Valor-piso da Hora de Trabalho do Economista (VHTE) foi fixado em R$ 402,00 (quatrocentos e dois reais) no ano de 2020, nos termos do artigo 1º da Portaria 25, de 1º de setembro de 2020, publicada no DOU nº 173, de 9 de setembro de 2021, Seção 1, Página: 130;

CONSIDERANDO que o IPCA/IBGE do período de agosto de 2020 a julho de 2021 foi fixado em 8,994650 %,

RESOLVE:

Art. 1º – Reajustar o Valor-piso da Hora de Trabalho do Economista (VHTE) para R$ 438,00 (quatrocentos e trinta e oito reais).

Art. 2º – Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília/DF, 1º de setembro de 2021

Econ. Antonio Corrêa de Lacerda
Presidente do Cofecon

Cofecon divulga resultado da X Gincana Nacional e do XXIV Prêmio Brasil de Economia

O Conselho Federal de Economia (Cofecon) divulgou, na segunda semana de setembro, o resultado de duas premiações promovidas pela autarquia: a X Gincana Nacional de Economia, competição virtual destinada a estudantes de economia de todo o Brasil, e o XXIV Prêmio Brasil de Economia, voltado para economistas devidamente registrados nos Corecons de seus respectivos estados.

X Gincana Nacional de Economia

A X Gincana Nacional de Economia ocorreu entre os dias 17 de julho e 7 de setembro de 2021, dividindo-se em duas etapas: uma regional e outra nacional. Na etapa regional de Minas Gerais, o primeiro lugar ficou com o estudante da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Rafael de Souza Teixeira, que fez jus a uma premiação de R$ 1,5 mil e classificou-se para representar o estado na segunda etapa da competição.

Na etapa nacional, por sua vez, o estudante catarinense Luís Eduardo Candiotto Tereza, do Centro Universitário do Espírito Santo (UNESC), ficou em primeiro lugar, ganhando um prêmio de R$ 2,5 mil. O estudante mineiro Rafael de Souza Teixeira, por sua vez, alcançou o segundo lugar, enquanto a capixaba Gisele de Paiva Furieri, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), ficou em terceiro, e o baiano Iure dos Santos Lima, da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), ocupou a quarta posição.

XXIV Prêmio Brasil de Economia

Já o XXIV Prêmio Brasil de Economia, recebeu inscrições entre os dias 5 de abril e 1º de agosto de 2021, em quatro diferentes categorias: livro de economia, artigo técnico/científico, artigo temático sobre os 70 anos da profissão e monografia de graduação. Os prêmios para as primeiras colocações variaram entre R$ 3 e R$ 5 mil em dinheiro.

Livro de economia

O maior prêmio correspondeu à categoria livro de economia, cujo primeiro lugar coube aos economistas Paulo Sérgio de Oliveira Simões Gala e André Roncaglia de Carvalho, ambos autores do livro “Brasil, uma economia que não aprende –  Novas perspectivas para entender nosso fracasso”. O segundo lugar ficou com o livro “O salto do sapo – A difícil Corrida brasileira rumo ao desenvolvimento econômico”, organizado por André Galhardo Fernandes e Frankling Lacerda. O economista Carlos Alberto Ramos obteve o terceiro lugar com o livro “Economia da felicidade – Rumo a uma nova medição da prosperidade das nações”.

Artigo técnico/científico

Na categoria artigo técnico/científico, os economistas gaúchos Martinho Roberto Lazzari e Tomás Amaral Torezani obtiveram o primeiro lugar com o trabalho “Meio século da manufatura brasileira –  Transição estrutural em uma abordagem subnacional”. Em segundo lugar, ficou a paranaense Thais Andreia Araújo de Souza, com o trabalho “O impacto do desempenho da produtividade do capital para o crescimento econômico nos setores e regiões brasileiras”. Já o terceiro lugar, foi para Diego Bezerra de Melo Maciel, de Pernambuco, com o trabalho “Mercado imobiliário empresarial nos centros históricos brasileiros – Uma análise situacional a partir do caso recifense”.

Artigo temático

Uma novidade nesta edição do Prêmio Brasil de Economia foi a categoria artigo temático, em comemoração aos 70 anos da regulamentação da profissão de economista no Brasil. A primeira colocação ficou com a economista mineira Graciele de Fátima Sousa. As menções honrosas pelo segundo e terceiro lugares foram, respectivamente, para Reinaldo Gonçalves e Carlos Roberto de Castro.

Monografia de graduação

Por fim, na categoria monografia de graduação, o primeiro colocado foi Fernando Antonio Machado, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), pelo trabalho “Inserção ocupacional e diferenças salariais de mães de menores de 14 Anos – O mercado de trabalho brasileiro em 2017”. O segundo lugar foi para Fabrício Ferreira Caetano Santos, da Universidade Estadual de Santa Cruz, pela monografia “Análise espacial dos determinantes da pobreza no estado da Bahia”, e o terceiro colocado foi Lucas Jean de Miranda, da Universidade Federal da Grande Dourados, com o tema “Introdução ao crédito agroambiental no Brasil e sua influência sobre o desmatamento no bioma Amazônia”.

Com informações da Assessoria de Comunicação do Cofecon

 

Nota de pesar pelo falecimento do economista João Sayad

Economista e professor João Sayad – Foto: Reprodução/Portal RD1

Com grande pesar, o Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (Corecon-MG) tomou ciência do falecimento do destacado economista e professor João Sayad, ocorrido na noite deste domingo, dia 05 de setembro.

Bacharel e mestre em Economia pela FEA/USP, instituição onde também lecionou, e PhD em Economia pela Universidade de Yale, João Sayad partiu deixando importantes contribuições para a economia brasileira, sobretudo através de sua atuação no setor público.

O economista foi criador do Relatório Sayad, encomendado pelo governo do Rio Grande do Sul para nortear a solução de problemas socioeconômicos locais, além de ter atuado como Secretário Estadual da Fazenda de São Paulo (1983-1985), Secretário Municipal de São Paulo (2001-2004), Secretário Estadual de Cultura (2007-2010) e Ministro do Planejamento no governo de José Sarney (1985-1990), quando participou da elaboração e implementação do Plano Cruzado.

João Sayad também atuou no setor privado, sendo um dos fundadores do Banco SRL, além de vice-presidente de finanças e administração do Banco Interamericano de Desenvolvimento e presidente da TV Cultura.

O Corecon-MG lamenta profundamente a inestimável perda de João Sayad, se solidarizando com a dor de seus entes próximos e rendendo homenagens ao seu trabalho e trajetória, cujos frutos permanecerão sempre marcados no cenário das Ciências Econômicas.

Corecon-MG encerra Mês do Economista em sexta-feira cultural com lançamento de livros, música e poesia

O Corecon-MG e o Corecon Acadêmico-MG encerraram, no dia 03 de setembro, a programação do Mês do Economista 2021. O evento de encerramento consistiu em uma programação cultural, com lançamento de livros, música e poesia.

Na ocasião, a professora da PUC São Paulo, Rosa Maria Marques, apresentou o livro “Pandemias, crises e capitalismo”, de sua co-autoria, enquanto a professora Adriane Carvalho, da PUC Minas, contou um pouco sobre seu artigo recém-publicado no livro “Cuba-Brasil: diálogos sobre democracia, soberania popular e direitos sociais – Volume III”.

Houve ainda apresentação musical da cantora e compositora Nádia Campos, que encerrou o evento com canções autorais na voz e violão. A abertura, por sua vez, foi realizada pela presidenta do Corecon-MG, Tania Teixeira, e a moderação ficou por conta da conselheira regional Valquíria Assis.

A programação do Mês do Economista no Corecon-MG ocorreu entre os dias 09 de agosto e 03 de setembro de 2021, tendo contado com três painéis, três palestras, três mentorias, abertura com premiação da etapa mineira da X Gincana Nacional de Economia e encerramento com atividade cultural. Clique aqui para conferir a agenda completa de atividades e conheça o canal do Conselho no YouTube para conferir a gravação das atividades.

Sobre as participantes

Lançamento de livros

Rosa Maria Marques é Economista pela UFRGS, Mestre em Economia pela PUC-SP e Doutora pela FGV-SP.
Fez Pós-doutorado na Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Pierre Mendes France, na França,
e na Universidade de Buenos Aires, na Argentina. Atualmente, é professora titular do curso de Economia da
PUC-SP.

Adriane Carvalho é graduada em Ciências Econômicas e em Administração pela PUC Minas, especialista em
Análise de Sistemas pela FAFI-BH, Mestre e Doutora em Ciência da Informação pela UFMG. Atualmente, é
professora Adjunta do Departamento de Administração da PUC-Minas.

Apresentação musical

Nádia Campos é cantora, música, compositora, pesquisadora e educadora. Canta desde os seis anos de
idade. Gravou seu primeiro disco em 2018, o qual intitulou “Por que Cantamos”, inspirado no poema do
uruguaio Mario Benedetti, com canções autorais, populares tradicionais. Em 2013, gravou novo álbum, o
“Cantigas de Beira Rio”, que trouxe canções tendo como tema principal as águas, rios, mares, ribeirinhos.

Moderação

Valquíria Assis é Economista pelo Centro Universitário Newton Paiva, especialista em Economia do Trabalho
e Sindicalismo pelo Cesit/Unicamp e Mestranda em Desenvolvimento Econômico pela Unifal. É presidenta
do Sindecon-MG e conselheira do Corecon-MG.

Abertura

Tania Cristina Teixeira é graduada em Ciências Econômicas pela PUC Minas, Mestre em Ciência Política pela
UFMG, Master-DEA e Doutora em Economia Aplicada pela Universidade de Valencia, na Espanha.
Atualmente, é presidenta do Corecon-MG e professora, pesquisadora e extensionista da PUC-Minas.

Palestra: O economista como bancário e atuação no mercado financeiro

Economista como bancário e atuação no mercado financeiro” foi o tema da palestra promovida pelo Corecon Acadêmico de Minas Gerais na quinta-feira do dia 19 de agosto de 2021, no âmbito da programação do Mês do Economista 2021.

Transmitido ao vivo pelo YouTube, o evento contou com a participação dos economistas Vaniria Ferrari, professora da PUC Minas e consultora financeira, e Bruce Glazier, sócio administrador da Mercosul Invest. A mediação ficou por conta das estudantes de economia Érica Ouverney e Júlia Diadelmo, ambas integrantes do Corecon Acadêmico-MG.

Na ocasião, os palestrantes convidados falaram um pouco mais sobre suas trajetórias, experiências e desafios como economistas atuantes nos setores bancário e financeiro, visando auxiliar os estudantes de Economia e economistas recém-formados na escolha do nicho de mercado em que desejam atuar profissionalmente e orientá-los sobre como iniciar suas carreiras.

A programação do Mês do Economista no Corecon-MG continua até o dia 31 de agosto de 2021, com painéis, palestras e mentorias. Clique aqui para conferir a agenda completa de atividades e siga o Corecon-MG no Instagram e no YouTube para participar.

Sobre os convidados

Vaníria Ferrari é economista e professora da área de Finanças em programas executivos. Já coordenou cursos de pós-graduação e graduação e atuou na Comissão Assessora de Avaliação do INEP/MEC ENADE em 2018. É consultora de Finanças e Estratégia, hedge de crédito na Sinapse Capital e coordenadora dos cursos de Mercado Financeiro da PUC Minas.

Bruce Glazier é economista, presidente do conselho consultivo da Fex Agro Comercial Ltda., vice-presidente da associação de ex-alunos da Fundação Dom Cabral e sócio administrador da Mercosul Invest Limited. Já presidiu o Conselho de Administração da BTG Global Advisory, foi diretor financeiro da Suez Environnement, além de representante e vice-presidente do Banco Singer & Friedlander.